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Julie Gayet, pivô da separação de Hollande, concorre ao Oscar francês

A atriz foi indicada ao tradicional prêmio César na categoria de melhor coadjuvante pelo filme 'Quai d'Orsay'

Por Da Redação 31 jan 2014, 10h09

A atriz Julie Gayet, com quem o presidente francês François Hollande matém um caso, oncorrerá a um prêmio César, considerado o Oscar francês, de melhor coadjuvante por seu papel na sátira política Quai d’Orsay, dirigida por Bertrand Tavernier.

O filme, baseado em uma história em quadrinhos de Abel Lanzac (pseudônimo do diplomata Antonin Baudry) e Christophe Blain, narra as peripécias de um chefe da diplomacia francesa, inspirado no conservador ex-primeiro-ministro Dominique de Villepin. Julie faz o papel de uma sedutora conselheira política sobre a África no escritório do fictício ministro das Relações Exteriores da França que aspira a conseguir o Prêmio Nobel da Paz.

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No dia 28 de fevereiro, no teatro Chatelet de Paris, ocorrerá a entrega dos prêmios – e Julie saberá se levou seu primeiro César, em uma categoria na qual concorre com Marisa Borni, por Um Château en Italie; Françoise Fabian, por Les Garçons et Guillaume, à Table!; Adèle Haenel, por Suzanne; e Géraldine Pailhas, por Jeune & Joilie.

A indicação acontece justamente quando se completam três semanas desde que uma revista de fofocas noticiou seu romance com Hollande. A aventura, nem confirmada nem desmentida por seus protagonistas, causou a separação de Hollande com a primeira-dama, Valérie Trierweiler, mas o presidente da França não esclareceu se mantém uma relação com a atriz, a quem a imprensa francesa se refere como “a segunda dama”.

Entre os principais indicados ao César a comédia Les Garçons Et Guillaume, A Table!, lembrada em dez categorias, e Azul É a Cor Mais Quente com oito indicações, entre elas a de melhor filme, melhor diretor, melhor atriz para Léa Seydoux e atriz revelação para Adèle Exarchopoulos. Os americanos Blue Jasmine , Django Livre e Gravidade disputam o prêmio de melhor filme estrangeiro, juntamente com os belgas Alabama Monroe e Dead Man Talking, o espanhol Blancanieves e o italiano A Grande Beleza.

(Com agência EFE)

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