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Cantor Chris Brown é solto após fiança de R$ 800.000

Acusado de apontar arma contra mulher, cantor que bateu na ex, Rihanna, desembolsou 250.000 dólares e se livrou de indiciamento

Por Da redação Atualizado em 31 ago 2016, 12h14 - Publicado em 31 ago 2016, 12h04

A polícia de Los Angeles liberou já na noite de terça-feira o cantor de hip hop Chris Brown, que havia sido detido sob suspeita de agressão com arma letal. Brown, de 27 anos, foi libertado às 23h19 no horário local (03h19 desta quarta, no horário de Brasília) depois de pagar uma fiança de 250.000 dólares — pela cotação de hoje, algo como 800.000 reais.

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A polícia vasculhou sua casa em Tarzana, nos subúrbios de Los Angeles, depois de receber uma chamada de emergência de uma mulher pedindo ajuda por volta das 03h00 da manhã (07h00 de Brasília). A mulher declarou que Brown havia apontado uma arma de fogo contra ela.

Depois de ter proibido a entrada da polícia em sua casa por não ter ainda um mandado de busca, Brown publicou vídeos no Instagram nos quais se identifica com o movimento Black Lives Matter, que condena a violência policial contra os negros. “Têm de parar com esse jogo, em que me apresentam como o mau, como se estivesse ficando louco. Não é assim”, disse em um dos vídeos. “Quando conseguirem um mandado para o que precisam fazer, vão entrar aqui e não vão descobrir nada, idiotas. São a pior gangue do mundo, a polícia.”

Tão conhecido por suas músicas quanto por suas reações violentas, o cantor, que bateu na ex-namorada, Rihanna, em caso que se tornou de público, desta vez não foi indiciado. “Chris saiu e está bem”, tuitou seu advogado, Mark Geragos. “As alegações contra ele são demonstravelmente falsas”.

Em junho de 2009, Brown foi condenado por agredir Rihanna, que sofreu lesões faciais e se viu obrigada a cancelar sua apresentação nos prêmios Grammy daquele ano. O cantor de sucessos como Run It! e Kiss Kiss foi então sentenciado a cinco anos de liberdade condicional, a assistir durante um ano a um programa de violência doméstica e a cumprir 180 dias de trabalho comunitário.

Em 2014, ele se declarou culpado de ter agredido um homem na frente de um hotel em Washington. Em janeiro deste ano, foi acusado de agredir uma mulher em Las Vegas.

(Com agência France-Presse)

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