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O que esperar dos desfiles do Grupo Especial neste domingo na Sapucaí

Porto da Pedra, Beija-Flor, Salgueiro, Grande Rio, Tijuca e Imperatriz brilham na avenida

Por Giovanna Fraguito Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO , Valmir Moratelli Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
11 fev 2024, 10h00

Os desfiles das escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro começam neste domingo, 11. Seis escolas iniciam hoje o momento mais aguardado do ano para os sambistas. São elas: Porto da Pedra, Beija-Flor, Salgueiro, Grande Rio, Tijuca e Imperatriz. A seguir, o que esperar de cada uma delas.

Porto da Pedra – Campeã em 2023 do grupo de acesso, ou a Série Ouro, está voltando ao Grupo Especial após 12 anos. Sua missão é de se manter na elite, mesmo sem a estrutura das demais. O enredo Lunário Perpétuo: a Profética do Saber Popular, do carnavalesco Mauro Quintaes, trata de Lunário Perpétuo, um almanaque-guia para a medicina, agricultura e pecuária, que remete à era medieval, no século XIV. Escrito na Espanha, veio para o Brasil e, durante 200 anos, foi o livro mais lido no Nordeste.

Beija-Flor – A azul e branco vem de um amargo quarto lugar no ano passado, mas com um novo carnavalesco: João Vitor Araújo – pupilo de Rosa Magalhães. O enredo vai homenagear a cidade de Maceió por meio do personagem Rás Gonguila, filho de escravizados que acreditava ser descendente da realeza etíope e fundou um bloco de Carnaval na capital de Alagoas. Como pontos fortes: o casal de mestre-sala e porta-bandeira, Claudinho e Selminha Sorriso, além do canto da escola.

Salgueiro – Em 2024 a escola desfila com um enredo de forte apelo político. Vindo de um sétimo lugar no ano passado, o carnavalesco Edson Pereira aposta em Hutukara, que significa na língua yanomami “o céu original a partir do qual se formou a terra”. A escola tijucana pretende exaltar a mitologia Yanomami e levantar a bandeira pela defesa da Amazônia. No desfile são esperados a presença de Sônia Guajajara, ministra dos Povos Originários, Joênia Wapichana, presidente da Funai, Alessandra Sampaio, viúva do jornalista Dom Phillips e yanomamis no último carro da escola.

Grande Rio – Campeã em 2022 com um desfile antológico sobre Exu, obteve sexto lugar em 2023. O enredo para 2024 propõe reflexão sobre a simbologia da onça no cenário artístico-cultural brasileiro, tocando em temas como antropofagia e encantaria. Nosso destino é ser onça, assinado pelos carnavalescos Gabriel Haddad e Leonardo Bora, se inspira na narrativa mítica do livro do escritor Alberto Mussa. Como pontos altos para esse ano estão o samba cadenciado e as fantasias.

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Tijuca – Na experiência do carnavalesco Alexandre Louzada, a Tijuca precisa surpreender após ficar três vezes em nono lugar. O enredo O conto de fados fala sobre as lendas relacionadas à história de Portugal. O tema, assim como o samba-enredo, não agradou muito aos mais ligados no universo do samba.

Imperatriz – Campeã de 2023 e forte candidata ao bicampeonato, a Imperatriz fecha com chave de ouro a primeira noite de desfiles. O enredo Com a sorte virada pra lua segundo o testamento da cigana Esmeralda, desenvolvido pelo carnavalesco-sensação do momento, Leandro Vieira, conta a história de um cordel escrito há mais de 100 anos pelo poeta paraibano Leandro Gomes de Barros. Na obra, o autor constrói o testamento de uma cigana.

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