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Por Valmir Moratelli
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AO VIVO: Acompanhe a segunda noite de desfiles de Carnaval na Sapucaí

Desfilam nesta noite Paraíso da Tuiuti, Portela, Vila Isabel, Imperatriz Leopoldinense, Beija-Flor e Viradouro

Por Valmir Moratelli Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 21 fev 2023, 05h49 - Publicado em 20 fev 2023, 21h47

Acompanhe a cobertura ao vivo das seis escolas de samba que desfilam no Grupo Especial na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira, 20. Em ordem de desfile são elas: Paraíso do Tuiuti, Portela, Unidos de Vila Isabel, Imperatriz Leopoldinense, Beija-Flor de Nilópolis e Unidos do Viradouro. Cobertura completa do carnaval na coluna GENTE.

5h47 – Viradouro termina o último desfile de 2023 ao som de “é campeã!”

Escola de Niterói se credencia para brigar pelo título de campeã do carnaval de 2023 com um desfile impecável na questão estética e com bastante rigor na evolução. Apesar do samba mediano, a comunidade levou a letra até o fim e soube muito bem fazer com que as arquibancadas vibrassem.

Viradouro
(Valmir Moratelli/VEJA)

5h39 – Os ritmistas acabam de sair do recuo da bateria

Viradouro
(Valmir Moratelli/VEJA)

5h35 – Vai se aproximando na dispersão a última alegoria da Viradouro para encerrar o carnaval 2023

Viradouro
(Valmir Moratelli/VEJA)

5h29 – Quem gostaria de desfilar num balanço? A Viradouro trouxe balanços numa das alegorias

Viradouro
(Valmir Moratelli/VEJA)
Viradouro
(Valmir Moratelli/VEJA)

5h27 – Último carro da Viradouro entra na avenida com o dia amanhecendo 

Viradouro
(Giovanna Fraguito/VEJA)

5h25 – As baianas vão evoluindo em frente ao quarto módulo de jurados. Fantasia sobre o barroco católico

Viradouro
(Valmir Moratelli/VEJA)

5h23 – “No caso de Rosa Maria, é uma mulher que é super importante, mas que, por exemplo, quando eles estiveram em Ouro Preto, para pesquisar sobre a história de Rosa, as próprias pessoas de lá pouco sabiam. Então é realmente um resgate histórico”, diz a atriz Erika Januza, que desfila pela segunda vez como rainha de bateria. Ela conversou com a coluna sobre a animação para esta noite. “Eu sempre quis estar perto, então hoje estar perto de fato nesse lugar, que é o coração da escola, é de muita honra”.

5h10 – Fantasias luxuosas nas alas marcam desfile da escola de Niterói em busca do título

Viradouro
(Valmir Moratelli/VEJA)

5h09 – Erika Januza reinando na Sapucaí

Viradouro
(Giovanna Fraguito/VEJA)

5h06 – Casal se exibe na última cabine de jurados com coreografia impecável

Viradouro
(Valmir Moratelli/VEJA)

5h03 – Lore Improta desfilando como musa da Viradouro 

viradouro
(Giovanna Fraguito/VEJA)

5h00 – Viradouro apresenta “batismo” na Sapucaí com cachoeira em carro alegórico

Viradouro
(Giovanna Fraguito/VEJA)

4h59 – No enredo, são alas dedicadas à mineiridade de Rosa, que veio da África no período pré-Inconfidência; e ao sertão de Guimarães Rosa

4h56 – Comissão de frente da Viradouro representando Rosa Maria

Viradouro
(Giovanna Fraguito/VEJA)

4h45 – Unidos do Viradouro é a última escola a entrar na avenida. A escola de Niterói vai contar a vida e obra de Rosa Maria Egipcíaca, ou Rosa Courana, considerada a primeira mulher negra a escrever um livro no país. O enredo é do carnavalesco Tarcísio Zanon.

4h25 – Beija-Flor encerra o seu desfile 

A escola de Nilópolis encerra seu desfile se credenciando para buscar o título de 2023. O enredo lembra bastante o que a Mangueira fez em 2019 com História para ninar gente grande, em que reviu fatos históricos pelo ponto de vista dos excluídos.

Dessa vez, a Beija-Flor partiu do princípio de uma nova possibilidade de independência do Brasil com participação de grupos invisibilizados. O ponto alto, mais uma vez, foi o casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira, tradicional na azul e branco nilopolitana.

A comissão de frente, apesar de não ter arrancado tantos aplausos, desempenhou bem seu papel. Aliás, todo o desfile da escola foi pensado na nova iluminação da Sapucaí, controlada especificamente para cada uma das agremiações, algo que deve se tornar corriqueiro nos próximos anos.

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(Valmir Moratelli/VEJA)

4h15 – Lorena Raíssa, com apenas 16 anos, ganhou o concurso na quadra e é a nova rainha de bateria da azul e branco. “Nascida e criada em berço nilopolitano, Lorena respira Beija-Flor. O samba e a Soberana sempre fizeram parte da ideologia da sua vida, e agora ela dá continuidade ao nosso legado”, apresenta a Beija-Flor nas redes sociais.

4h08 – Beija-Flor apresenta ala de “bate-bolas”, parte da cultura suburbana do Rio de Janeiro

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(Giovanna Fraguito/VEJA)

4h01 – O desfile usa muito dourado e azul, cores associadas à realeza

A cantora Ludmilla canta no carro de som da agremiação ao lado de Neguinho da Beija-flor. “A revolução começa agora/ Onde o povo fez história/ E a escola não contou”, diz trecho do samba. Em outro momento, há uma crítica indireta a Bolsonaro (PL): “Progresso agracia quem tem pra bancar / Ordem é o mito do descaso / Que desconheço desde os tempos de Cabral”.

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3h55 – “Haverá espetáculo mais lindo do que ter o que comer?” Faixa de protesto atrás do segundo casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira

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(Giovanna Fraguito/VEJA)

3h53 – Entra na avenida carro da escola com um telão passando o público da sapucaí ao vivo

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(Giovanna Fraguito/VEJA)

3h51 – Carro de som da escola com a cantora Ludmilla, que fez o “L” entrando na avenida

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(Giovanna Fraguito/VEJA)

3h49 – Entra a rainha de bateria, Lorena Raissa, sambando muito na avenida. É a sua estreia no cargo. A mais nova rainha do grupo especial, com apenas 16 anos

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(Giovanna Fraguito/VEJA)

3h47 – O abre-alas tem mais de 70 metros e é todo em dourado

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(Valmir Moratelli/VEJA)

3h44 – Incêndio volta a atingir carro alegórico da escola de Nilópolis

3h40 – A comissão de frente da Beija-Flor utiliza dos recursos inovadores de iluminação da Sapucaí para fazer sua apresentação. Começa no escuro e depois vai gradativamente aumentando de acordo com a coreografia. O público reage com bastante aplausos

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(Valmir Moratelli/VEJA)

3h32 – Apesar do incêndio já controlado, carro segue com problemas. Foliões apontam para forte cheiro de queimado

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(Giovanna Fraguito/VEJA)

3h29 – Beija-Flor apaga a Sapucaí na entrada do desfile

Beija-flor
(Giovanna Fraguito/VEJA)

3h24 – Beija-Flor, quinta a desfilar, critica Bolsonaro em samba

Com o enredo Brava gente! O grito dos excluídos no bicentenário da Independência, a Beija-flor é a quinta a entrar na avenida nesta segunda noite de desfiles do grupo Especial do Rio. O tema dos carnavalescos Alexandre Louzada e André Rodrigues busca fazer uma provocação. Eles propõem mudar a data da Independência do Brasil, de 7 de setembro de 1822, data oficial, pelo 2 de julho de 1823, dia da Independência da Bahia. Momento em que negros, índios, caboclos e mulheres expulsaram os portugueses de Salvador.

3h23 – Fogo já foi controlado pelos bombeiros

3h20 – Carro da Beija-Flor pega fogo. Labaredas subiram próximas ao destaque Edson de Assis, que precisou ser retirado pelos bombeiros e já está em segurança 

Beija flor
(Reprodução/TV Globo)

3h17 – Imperatriz termina seu desfile se credenciando como uma das favoritas a voltar entre as seis maiores

3h12 – Enzo acompanhando a bateria da Beija-Flor fazendo o esquenta para entrar na avenida

Enzo
(Giovanna Fraguito/VEJA)

3h08 – A escola vai se encaminhando para o final de seu desfile. A Imperatriz, que sempre teve fama de “certinha”, volta aos áureos tempos

3h07 – A primeira-dama Janja Silva foi convidada para ser madrinha da velha-guarda, mas não compareceu ao desfile

2h44 – Maria Mariá é a rainha de bateria da escola. Ela é moradora do Complexo do Alemão e desfilava na escola desde criança. “A alegria de ser uma mulher preta, favelada, atleta, universitária de uma faculdade federal e do CPX carrega a gana e a vontade de representar tudo que a escola merece”, afirma Mariá.

2h28 – Regina Casé interpreta Maria Bonita. Já Lampião será vivido por Matheus Nachtergaele

Em conversa com a coluna, Leandro explicou a relação política do tema. “Quando se escolhe um enredo sobre Lampião, está fazendo política. Quando escolhe enredo que trata de um pedaço do Nordeste, está fazendo política. Quando olha para a cultura popular e a valoriza, está fazendo política”.

2h24 – A escola entra com as cores quentes e vivas do Inferno, o lugar procurado por Lampião depois de morto. No “sertão leopoldinense” não há espaço para os tradicionais tons terrosos e a estética da aridez. Ao contrário, é um sertão multicolorido

2h05 – Escola de Janja, Imperatriz Leopoldinense traz o inferno de Lampião

A Verde e Branca de Ramos é a quarta escola a desfilar nesta segunda-feira de carnaval com o enredo O aperreio do cabra que o Excomungado tratou com má-querença e o Santíssimo não deu guarida, inspirado em cordéis sobre o cangaceiro Lampião, do carnavalesco Leandro Vieira.

2h03 – Vila Isabel termina seu desfile no tempo regulamentar nos últimos segundos antes de estourar o tempo

Aos gritos de “é campeã!”, a escola fez um desfile impecável em termos de animação e criatividade do carnavalesco Paulo Barros. Deixou a desejar, entretanto, nas rupturas do enredo, já que começou com Grécia Antiga, foi para Círio de Nazaré e Festa de Parintins, sem mostrar coesão em seu show. Ainda assim, a escola está na disputa para voltar entre as seis principais do próximo sábado.

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1h56 – A Vila acaba seu desfile no último minuto do tempo regulamentar aos gritos de campeã

1h53 – Jurados acompanham de perto o final da Vila

VI
(Valmir Moratelli/VEJA)

1h50 – Sabrina Sato deixa a Sapucaí aos gritos de campeã

Sabrina Sato
(Valmir Moratelli/VEJA)

1h47 – a festa dos Mortos no México é representada em uma das alas

Vila Isabel
(Valmir Moratelli/VEJA)

1h45 – Gabi Martins é uma das musas da agremiação

Gabi Martins
(Valmir Moratelli/VEJA)

1h34 – Baianas de Nosso Senhor do Bonfim estão lindas! Fantasia que merece aplausos

Vila Isabel
(Valmir Moratelli/VEJA)

1h33 – Sabrina Sato é rainha de bateria da escola. Ela também participou do carnaval de São Paulo, como rainha da Gaviões da Fiel, além de ser musa do camarote N1. “Tem muito amor envolvido e o trabalho de uma equipe que sonha tudo isso comigo. É a época do ano que mais amo, me divirto trabalhando e ainda quando comemoro meu aniversário”, disse Sabrina para a coluna.

1h31 – Paulo Barros é considerado um carnavalesco inventivo por uns, arriscado e exagerado por outros. O resultado até aqui é um desfile único!

Vila Isabel
(Duda Monteiro de Barros/VEJA)

1h10 – Martinho da Vila está no Pede Passagem da escola

Vila Isabel
(Valmir Moratelli/VEJA)

1h07 – Deus Baco vira Rei momo na comissão de frente

Vila Isabel
(Duda Monteiro de Barros/VEJA)

1h00 – Terceira a desfilar nesta segunda-feira, 20, a Unidos de Vila Isabel leva para a Sapucaí a poética das festas de cunho religioso que mobilizam a população brasileira com o enredo

Nessa festa, eu levo fé, do carnavalesco Paulo Barros. Ele conversou com a coluna e explicou a escolha do tema: “A gente decidiu escolher um enredo que celebrasse essa alegria, essa religiosidade, a partir dessas festas e para festejar mesmo. Para não fazer um enredo que falasse de tristeza, tormento, de coisas relacionadas à questões sociais, a luta, nada contra, mas a nossa vertente era realmente celebrar e fazer um enredo para a gente festejar a alegria e a nossa vida”.

0h59 – Vila Isabel aposta na estética ‘Disney’ de Paulo Barros

00h54 – Portela termina seu desfile

A escola comemora o seu centenário em grande festa na Sapucaí. A Portela trouxe seus 100 anos de glórias e títulos memoráveis visto que é a maior vencedora do carnaval carioca. Credenciando-se para o desfile das campeãs com um espetáculo impecável com a parte plástica muito bem desenvolvida pelos carnavalescos Renato Laje e Marcia Laje, a azul e branco de Madureira fez o seu papel.

Se o samba não foi o esperado, deixando a desejar por não trazer uma força melódica e letra inspirada como nos últimos carnavais, ao menos se compensou com a garra dos portelenses que sabem muito bem a força de sua águia, símbolo que traz já no abre alas a mensagem de que novos voos são almejados para um futuro igualmente promissor.

00h29 – Sabrina Sato para distribuir flores ao público do setor 1 

Sabrina Sato
(Giovanna Fraguito/VEJA)

00h24 – Rainha de bateria da Vila Isabel, Sabrina Sato, acaba de chegar na concentração. “Vai ser emocionante demais, vai ser inesquecível”

Sabrina Sato
(Giovanna Fraguito/VEJA)

00h03 – Bateria acaba de sair do primeiro recuo e a Sapucaí toda está de pé

00h01 – A rainha de bateria é Bianca Monteiro, cria da comunidade, que ocupa o posto desde 2017. Ela desfila com algumas das ex-rainhas da escola: Sheron Menezes, Adriane Galisteu e Luiza Brunet.

23h44 – Essa história é celebrada no enredo O azul que vem do infinito, de Renato Lage e Marcia Lage

Nos cinco setores, a azul e branco faz um recorte de 20 anos pelo olhar de cinco de seus baluartes. Começando pelo principal fundador, Paulo Portela; seguido por Dodô da Portela, Natal da Portela, bicheiro e patrono da escola, David Corrêa, compositor e por fim Monarco, último presidente de honra.

23h38 – Portelenses comemoram entrada de carro alegórico sem dificuldades na avenida

23h36 – Drones homenageam dona Dodô da Portela, Porta-Bandeira que participou de 21 campeonatos e contribuiu para o primeiro título da escola em 1935

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23h32 – Mais um carro da Portela com problema para entrar na avenida

23h28 – Drones no céu formam palavras como “Portela”, “100 anos”, além de nomes de figuras importantes da história da agremiação

Portela
(Giovanna Fraguito/VEJA)

23h27 – Segunda a desfilar, Portela faz festa para seu centenário

A maior campeã do carnaval carioca (são 22 títulos) homenageia seu próprio centenário. A agremiação de Oswaldo Cruz e Madureira teve papel importante na propagação da cultura negra, na aceitação do samba por diferentes classes sociais, na aproximação das escolas com o poder político e no reconhecimento do sambista como artista.

23h19 – Segundo carro com problemas para entrar na avenida

23h16 – Comissão de frente da Portela se prepara para entrar na avenida

Tuiuti
(Giovanna Fraguito/VEJA)

23h12 – Todas as rainhas de bateria da escola juntas na avenida com gritos de “é campeã”

Tuiuti
(Giovanna Fraguito/VEJA)

23h10 – Termina o desfile da Paraíso da Tuiuti

A escola abriu a segunda noite de desfiles do grupo especial do Rio de Janeiro com um samba quente e um dos melhores da safra de 2023. Com refrão forte do início ao fim cantado a plenos pulmões pelos seus componentes, as alas muito bem fantasiadas contaram o desenvolvimento do enredo sobre a vinda dos búfalos para o Brasil.

O único grande problema que a escola teve foi com a última alegoria, que apresentou dificuldades para poder percorrer a avenida, abrindo grandes buracos entre as alas na frente de todos os módulos dos jurados, o que pode comprometer as chances da Tuiuti de repetir o feito de já ter conquistado o vice-campeonato em sua história.

Porém, ela briga para poder voltar entre as campeãs no próximo sábado. Uma escola que aprendeu a desfilar como gente grande.

23h06 – Enfim o último carro chega na dispersão. Termina o desfile da Tuiuti

23h04 – Começa o esquenta da bateria da Portela. Arquibancada toda com bandeiras da escola

Portela
(Valmir Moratelli/VEJA)

22h54 – A última alegoria continua dando trabalho na escola, abrindo buracos em frente a todos os módulos de jurados

22h38 – Último carro da Tuiuti bateu e tem dificuldades para entrar na avenida

Tuiuti
(Duda Monteiro de Barros/VEJA)

22h37 – A rainha de bateria da agremiação de São Cristóvão é Mayara Lima. Ela foi escolhida para o posto depois de um vídeo sambando sincronizado com os ritmistas viralizar no último carnaval. Em conversa com a coluna, ela contou o que o cargo representa: “Ser rainha de bateria para a gente que é passista, musa, que sempre viveu do carnaval é um sonho. Eu estou vivendo um sonho”, disse Mayara.

22h35 – Um dos pontos altos esta sendo o samba-enredo, bastante elogiado

22h34 – A parte final retrata a chegada dos Búfalos ao Brasil, a Ilha de Marajó e a arte – com destaque ao ritmo do Carimbó. O Mestre Damasceno, cantor de carimbó, compositor de sambas, repentista, poeta, pescador e artesão vem no último carro ao lado de Fafá de Belém.

22h26 – Escola já coloca o penúltimo carro na avenida, em apenas 25 minutos de desfile. Evolução em ritmo acelerado

Tuiuti
(Valmir Moratelli/VEJA)

22h23 – Quem tem medo do boi da cara preta? A Tuiuti traz as lendas amazônicas para a avenida

Tuiutu
(Valmir Moratelli/VEJA)

22h20 – Problema resolvido, carro já na avenida

Tuiuti
(Valmir Moratelli/VEJA)

22h19 – Segundo carro tem muita dificuldade de entrar na avenida

Tuiuti
(Valmir Moratelli/VEJA)

22h18 – As alas cantam muito o elogiado samba da escola

Tuiuti
(Valmir Moratelli/VEJA)

22h12 – Imenso carro alegórico com referências orientais – região de onde foram trazidos os primeiros búfalos para o norte do Brasil – chama atenção na avenida

22h12 – A Índia invadiu a Sapucaí

Tuiuti
(Valmir Moratelli/VEJA)

22h11 – Três tigres brancos abrem o desfile

Tuiuti
(Valmir Moratelli/VEJA)

22h10 – Mogangueiro da Cara Preta vai contar a chegada dos búfalos e sua adaptação à Ilha de Marajó, além de toda a riqueza cultural da região do estado do Pará. O desfile se inicia com a Índia, depois apresenta o comércio das especiarias, que se tornou bastante comum ao oriente e ao ocidente.

22h00 – Começa agora o desfile da Paraíso do Tuiuti, primeira escola da segunda noite de desfiles do Grupo Especial

Tuiuti
(Giovanna Fraguito/VEJA)

21h59 – Lá vem o boi do Pará! Primeira a desfilar no segundo dia de desfiles do Grupo Especial, nesta segunda-feira, 20, a Tuiuti apresenta o ‘boi da Cara Preta’ da Ilha de Marajó dos carnavalescos Rosa Magalhães e João Vitor.

21:52 – Paraíso do Tuiuti abre a segunda noite de desfiles na Sapucaí. Escola já está no esquenta

21h51 – Equipe de filmagens capta imagens da concentração da Tuiuti pra um longa sobre a carnavalesca rosa Magalhães

Tuiuti
(Valmir Moratelli/VEJA)

21h24 – A rainha de bateria, Mayara Lima, acaba de chegar na concentração da escola. “Hoje com certeza vão ter as dancinhas”

Tuiuti
(Giovanna Fraguito/VEJA)

20h41 – Primeira escola a desfilar no dia, Tuiuti já se prepara para entrar na avenida

Tuiuti
Paraiso Tuiuti (Duda Monteiro de Barros/VEJA)
Paraiso Tuiuti
(Duda Monteiro de Barros/VEJA)
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