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Academia Brasileira de Letras terá este mês a eleição mais apertada do ano

Depois de duas barbadas (Gilberto Gil e Fernanda Montenegro), disputa pela última vaga, entre Gabriel Chalita e Eduardo Giannetti, será voto a voto

Por Cleo Guimarães Atualizado em 3 dez 2021, 16h21 - Publicado em 3 dez 2021, 16h17

Antes de entrar em seu recesso anual, a Academia Brasileira de Letras vai reunir de novo seus imortais para eleger o novo dono da cadeira 2, antes  ocupada pelo filósofo Tarcísio Padilha. O advogado Sergio Bermudes, o escritor (e também advogado) Gabriel Chalita e o economista e filósofo Eduardo Giannetti estão na disputa, marcada para o dia 16 de dezembro.

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Se as eleições de Fernanda Montenegro e Gilberto Gil foram duas barbadas – ambos eram sonhos antigos da ABL -, desta vez será diferente. A votação deve ficar polarizada entre Chalita e Giannetti, sem uma terceira via. “Bermudes não tem chances e já tem gente sugerindo que desista da candidatura, mas ele insiste em concorrer”, disse a VEJA um dos imortais, que prevê um total de 5 ou 6 votos para o advogado, entre os 34 que estão em jogo.

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É pouco, mas o suficiente para levar a eleição para um segundo escrutínio, quando nenhum dos candidatos chega à maioria absoluta dos apoiadores – o “número mágico”, neste caso, é 18. A disputa será apertada e tanto Giannetti quanto Chalita já sabem disso. Os dois intensificaram o corpo a corpo com os outros imortais nesta reta final de campanha e chegam em igualdade de condições à quinta e última votação do ano na ABL.

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