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Reinaldo Azevedo Por Blog Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

“Não há hipótese de eu ir com Aécio contra Dilma”

Por Eduardo Kattah, no Estadão: Herdeiro da cadeira de Eliseu Resende (DEM-MG), que morreu no dia 2, Clésio Andrade (PR-MG) promete engrossar o bloco de apoio à presidente Dilma Rousseff no Senado. Embora tenha sido vice-governador no primeiro mandato de Aécio Neves (PSDB), Clésio deixa claro, em entrevista ao Estado, que não se alinhará ao […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 13h11 - Publicado em 11 jan 2011, 04h01

Por Eduardo Kattah, no Estadão:

Herdeiro da cadeira de Eliseu Resende (DEM-MG), que morreu no dia 2, Clésio Andrade (PR-MG) promete engrossar o bloco de apoio à presidente Dilma Rousseff no Senado. Embora tenha sido vice-governador no primeiro mandato de Aécio Neves (PSDB), Clésio deixa claro, em entrevista ao Estado, que não se alinhará ao tucano, frustrando os planos de uma bancada mineira exclusivamente oposicionista após a vitoriosa dobradinha do ex-governador e de Itamar Franco (PPS). “Não há hipótese nenhuma de eu caminhar com Aécio contra a presidente Dilma”, diz, garantindo “apoio total” ao novo governo.

Empresário que fez fortuna no setor de transportes, Clésio costuma lembrar que começou a trabalhar aos 11 anos, como cobrador do ônibus que deu início à empresa do pai. Hoje está à frente de diversos negócios e não se furta a elogiar Marcos Valério, protagonista do escândalo do mensalão e seu ex-sócio na agência de publicidade SMPB. “Ele entrou nesse processo político de querer ajudar deputado e não soube como fazer. Marcos Valério tem um coração muito bom.”

O sr. assume o Senado com qual posicionamento em relação ao governo Dilma?
Apoio total. Sou da base aliada dela e a minha intenção é fortalecer sua posição lá, mas também sempre com forte preocupação com Minas Gerais.

Então sua ascensão frustra os planos do senador eleito Aécio Neves (PSDB) de liderar uma bancada mineira no Senado unificada na oposição?
Não há hipótese nenhuma de eu caminhar com Aécio contra a presidente Dilma. É difícil considerar que sendo oposição vai se conseguir na pressão trazer investimentos para Minas. Até porque a presidente Dilma tem maioria folgada hoje e vai precisar negociar pouco com o Aécio. Como Aécio tem uma linha de oposição talvez mais preocupada com uma futura candidatura, nesse aspecto fica, sim, frustrada a posição dele. Aqui

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