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PSOL pede que STF apure atuação de 11 parlamentares em ataques terroristas

Petição enviada a Alexandre de Moraes no Supremo cita participação de bolsonaristas como Magno Malta e Coronel Tadeu nos atos golpistas de domingo

Por Lucas Vettorazzo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 10 jan 2023, 13h31 - Publicado em 10 jan 2023, 13h30

A bancada do PSOL na Câmara dos Deputados enviou ao ministro Alexandre de Moraes no STF uma petição pedindo providências contra 11 parlamentares que participaram, via redes sociais, dos atos terroristas do último domingo em Brasília, quando as sedes dos três poderes foram invadidas por manifestantes golpistas que não aceitam a vitória eleitoral de Lula sobre Jair Bolsonaro.

O documento reúne registros de postagens de deputados e senadores  aliados de Bolsonaro que incentivaram e celebraram o quebra quebra no DF, que terminou com ao menos 1.500 pessoas presas. A petição foi protocolada no âmbito dos inquéritos 4879 e 4874 no STF, que são relatados por Moraes e que investigam a ocorrência e organização de atos antidemocráticos no país e a atuação de milícias digitais que atentam contra a democracia.

Os deputados pedem investigação contra os parlamentares, bem como a suspensão de suas redes sociais, a quebra de seus sigilos telefônico e telemático e a apreensão de seus respectivos passaportes para evitar fugas ao exterior.

Entre os parlamentares com nomes citados pelo PSOL estão o do deputado eleito André Fernandes (PL-CE), que convocou para o ato, apesar de não ter participado in loco, e publicou uma foto celebrando a porta arrancada do gabinete de Alexandre de Moraes por golpistas que invadiram o prédio do Supremo.

Também são citados os nomes do senador eleito Magno Malta (PL-ES), do ex-líder do governo Bolsonaro na Câmara Ricardo Barros (PL-SP), do deputado José Medeiros (PL-MT), do deputado Coronel Tadeu (PL-SP) e do deputado Carlos Jordy (PL-RJ).

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“Apesar dos atos de terrorismo terem chocado todos aqueles defensores do Estado Democrático de Direito independentemente de inspirações ideológicas pessoais, alguns parlamentares se sentiram representados, veiculando mensagens de incentivo à prática criminosa conforme se passa a expor de forma pormenorizada”, diz o documento.

Leia abaixo a íntegra do documento enviado a Moraes.

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