⚡ Esquenta 10.10! Revista impressa com o MENOR PREÇO DO ANO! 🤑 Assine agora!
Imagem Blog

Radar

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Daniel Gullino, Gabriel Sabóia, João Nogueira e Marcelo Ribeiro. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Pedido de urgência do projeto dos supersalários está parado há 600 dias

Último requerimento de urgência para o projeto foi apresentado no dia 20 de agosto de 2019, mas não foi votado até agora

Por Gustavo Maia Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 12 abr 2021, 06h03 | Atualizado em 12 abr 2021, 11h13
Pedido de urgência do projeto dos supersalários está parado há 600 dias Priorize VEJA no Google

A Câmara dos Deputados completou neste domingo 600 dias de omissão diante de um requerimento de urgência para o projeto de lei que regulamenta o limite da remuneração de agentes públicos, ou, em português mais claro, acabaria com a farra dos chamados supersalários — de quem recebe muito mais que o teto de 39,2 mil reais. Quem fez a conta do atraso foi o deputado federal Igor Timo, líder do Podemos na Casa, que na semana passada protocolou novo pedido para que o texto seja pautado.

Timo, aliás, promete levar o tema para a reunião de líderes desta semana. Resta saber se o pleito vai sensibilizar o presidente Arthur Lira, o dono da pauta. Na primeira reunião comandada pelo atual presidente da Câmara, aliás, lideranças de diversos partidos já haviam pedido que o texto fosse tirado da gaveta. “Já era para o teto ter sido regulamentado no Brasil. Agora com a pandemia e a crise econômica é mais do que urgente”, defende o deputado Igor Timo.

A estimativa é que o fim dos supersalários represente uma economia de 2,3 bilhões de reais por ano. O projeto consta na lista de prioridades do governo federal para 2021, enviada em fevereiro pelo Palácio do Planalto à Camara.

De autoria do senador Renan Calheiros, o projeto foi apresentado e aprovado no Senado em 2016, e desde então junta poeira na Câmara. Há quase um ano, o então presidente da Câmara, Rodrigo Maia, chegou a pautar, mas adiou a análise da urgência da votação da matéria, por conta da forte resistência à proposta. Entre os atingidos pela medida estariam militares, membros de tribunais e conselhos de contas e magistrados e membros do Ministério Público – os principais alvos do PL.

Continua após a publicidade

O texto considera auxílios, parcelas indenizatórias, entre outros, como verbas sujeitas aos limites de rendimentos. E prevê detenção de dois a seis anos para o gestor público que autorizar o pagamento acima do teto.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Domine o fato. Confie na fonte.

15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas.

ECONOMIZE ATÉ 76% OFF

Digital Essencial

A notícia em tempo real na palma da sua mão!
Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 5,99/mês
ECONOMIZE R$ 325 - 45% OFF

Revista em Casa + Digital Premium

Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Premium (cada revista sai por menos de R$ 10,00)
De: R$ 59,99/mês
A partir de R$ 32,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).