Clique e Assine a partir de R$ 9,90/mês
Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Marta descarta candidatura e diz estudar apoio a Lula e Haddad em 2022

Hoje secretária de Ricardo Nunes (MDB), ex-senadora defende o nome do ex-presidente à disputa e afirma não ver possibilidade na terceira via

Por Laísa Dall'Agnol Atualizado em 10 nov 2021, 10h31 - Publicado em 10 nov 2021, 08h30

A pouco menos de um ano para as eleições que vão definir o novo presidente da República — e todas as configurações de poder subsequentes –, as peças do xadrez político já têm começado a se movimentar.

Marta Suplicy, atual secretária de Relações Internacionais da cidade de São Paulo, diz não enxergar a possibilidade de concretização da terceira via em 2022 e estuda um apoio ao ex-presidente Lula e ao candidato do PT na disputa ao governo do estado — ao que tudo indica, na figura de Fernando Haddad.

“O que mais agrega e que mais bagagem e experiência tem, é o Lula. Não dá pra comparar com o restante. São boas pessoas, têm boas qualidades, mas nenhum tem a estatura do Lula. E principalmente o fator agregador, porque o brasileiro não aguenta mais baixaria e radicalismo. Não vejo nenhuma possibilidade de terceira via e seria muito interessante que se começasse desde já a haver uma conversa sobre a governabilidade”, afirma a ex-senadora e ex-prefeita de São Paulo.

Integrante da gestão de Ricardo Nunes (MDB) na prefeitura, Marta tem focado sua atuação em projetos voltados à projeção internacional da cidade no contexto do desenvolvimento sustentável. Ela acaba de retornar de missão oficial na Espanha, onde participou da assembleia das cidades capitais íbero-americanas.

Na última terça, discursou, ainda, na COP-26 — a conferência sobre mudanças climáticas da ONU –, com críticas à agenda ambiental do governo Bolsonaro.

Apesar de deixar claro que não pretende disputar eleições e nem ter interesse em uma filiação partidária — após mais de três décadas no PT, Marta migrou para o MDB em 2015 e hoje não tem legenda –, Marta é cabo eleitoral poderoso em São Paulo, amparada sobretudo pelo seu legado como prefeita.

“Não estou me propondo mais a ter uma vida política tão ativa quanto já tive, mas sou uma pessoa da política. E me preocupo com os rumos do Brasil. O que posso fazer é, assim como apoiei o Bruno [Covas, eleito prefeito de São Paulo em 2020], é apoiar uma pessoa que acho melhor, mas não partidariamente.”

Continua após a publicidade

Publicidade

Essa é uma matéria exclusiva para assinantes. Se já é assinante, entre aqui. Assine para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Essa é uma matéria fechada para assinantes e não identificamos permissão de acesso na sua conta. Para tentar entrar com outro usuário, clique aqui ou adquira uma assinatura na oferta abaixo

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique. Assine VEJA.

Impressa + Digital

Plano completo de VEJA. Acesso ilimitado aos conteúdos exclusivos em todos formatos: revista impressa, site com notícias 24h e revista digital no app (celular/tablet).

Colunistas que refletem o jornalismo sério e de qualidade do time VEJA.

Receba semanalmente VEJA impressa mais Acesso imediato às edições digitais no App.



a partir de R$ 39,90/mês

MELHOR
OFERTA

Digital

Plano ilimitado para você que gosta de acompanhar diariamente os conteúdos exclusivos de VEJA no site, com notícias 24h e ter acesso a edição digital no app, para celular e tablet. Edições de Veja liberadas no App de maneira imediata.

a partir de R$ 9,90/mês

ou

30% de desconto

1 ano por R$ 82,80
(cada mês sai por R$ 6,90)