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‘Brasil quer estar com países grandes’, diz Ciro Nogueira sobre OCDE

País teve carta-convite aprovada para iniciar processo de entrada na organização que reúne as nações mais desenvolvidas do mundo

Por Laísa Dall'Agnol Atualizado em 25 jan 2022, 18h30 - Publicado em 25 jan 2022, 18h29

Durante o anúncio do convite que o Brasil recebeu para aderir à OCDE, o ministro-chefe da Casa Civil Ciro Nogueira declarou que o país quer estar com “países grandes”, e não com “países periféricos sem a menor importância”.

A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico — que reúne as nações mais desenvolvidas do mundo — aprovou nesta terça o convite formal para que seis países deem início às tratativas para ingresso na entidade. Atualmente, o Brasil já faz parte do Brics — grupo de grandes nações emergentes formado também por Rússia, Índia, China e África do Sul — e do G20, que reúne as maiores economias do planeta.

“Estamos mostrando a determinação deste governo de ter alinhamento total com os grandes países e grandes players internacionais, ao contrário do que existia no passado, quando nós preferíamos ter alinhamento com países periféricos e sem a menor importância para o nosso país e para o mundo”, declarou o ministro-chefe da Casa Civil de Bolsonaro.

Participaram também da cerimônia os ministros Paulo Guedes (Economia) e Carlos França (Relações Exteriores).

Guedes, que classificou o convite como um “reconhecimento” da grandeza do Brasil, defendeu que o momento atual exige “menos ideologia” e “mais negócios” nas relações exteriores.

“É um novo desenho da nossa política de relacionamento externo. Antigamente era bastante politizado, e estamos agora seguindo o exemplo de nações mais avançadas, colocando um forte componente de negociações comerciais dentro do Itamaraty (…) o Brasil vai normalmente lá fora pra conversar de ideologia, e não de negócios. Nós, como uma grande nação, temos que conversar sobre geopolítica, Defesa, mas temos que conversar sobre negócios”, afirmou o ministro da Economia.

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