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Por Robson Bonin
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A negociação do governo chileno para ampliar os voos do Brasil

Em entrevista ao Radar, chefe do Turismo da gestão de Gabriel Boric contou as estrategias para impulsionar a ida de visitantes brasileiros

Por Ramiro Brites Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
3 dez 2023, 18h01

A chefe do turismo do governo de Gabriel Boric no Chile, Verónica Pardo, tem convicção de que o país precisa de um voo direto para o Centro-Oeste brasileiro. Ela acredita que assim pode impulsionar a ida de turistas para o país chileno e está em conversas quatro empresas —  Sky, Jetsmart, Gol e Latam.

Hoje, as companhias aéreas operam 22 linhas Brasil-Chile, que saem de Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Foz do Iguaçu, São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador. No Chile, Santiago é o destino de 19 rotas , mas há um voo da Latam do Galeão a Antofagasta, no Atacama, e um da Gol, também do Rio, a Concepción, segunda maior região metropolitana chilena. 

Diante da investida dos chilenos, Ronaldo Caiado quis que Goiânia fosse o novo destino no Centro-Oeste brasileiro e usou a força do agronegócio como argumento. O governo do Chile prefere a capital federal, pois seria um “hub” para voos do Norte e do Nordeste.

“Para nós, o Brasil é muito importante, por muitas coisas. Primeiro, o Brasil não é um país, são, ao menos, sete países diferentes. Olhar para o Norte, o Nordeste, não é o mesmo que olhar para o centro, não é o mesmo que olhar para o sul. Agora, a nossa pressão está indo para o Norte”, revela Verónica ao Radar. 

A negociação para que os voos cheguem a mais cidades do Chile faz parte da estratégia para impulsionar o turismo no país. O governo chileno quer aproveitar os feriados brasileiros e afirma que, no Chile, é possível visitar paisagens muito diferentes em curto espaço de tempo. 

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“A diferença da montanha e do mar, com uma diferença de 1 hora e 30 minutos”, argumenta a subsecretária de Turismo. 

Ela elenca alguns dos atrativos do país, como o Vale das Estrelas, no deserto do Atacama, onde os hotéis são equipados com equipamentos de observatório astronômico, a Antártica e a Patagônia, parques naturais, rios, lagos de águas termais e montanhas de neve, além de uma costa com mariscos de 4.500 quilômetros — e é claro: o vinho. 

“A gastronomia é muito boa, o que é evidente, mas não tem sido mostrado ao mundo. Ao lado do bom vinho, é impossível não ter uma boa mesa”.

Para competir com o câmbio favorável que atrai brasileiros à Argentina, Verónica quer negociar ofertas com as linhas aéreas para liberar o despacho de mais garrafas de vinho. Em julho e agosto, o Brasil já é o país com maior número de visitantes para a temporada de neve. Neste ano, foram 137.600 turistas, entre julho e agosto.

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