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O Som e a Fúria

Por Felipe Branco Cruz
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O duro recado do governo americano a Roger Waters por ofensas a judeus

O Departamento de Estado dos Estados Unidos disse que show em Berlim "continha imagens profundamente ofensivas"

Por Felipe Branco Cruz Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 16 Maio 2024, 00h02 - Publicado em 7 jun 2023, 12h20

As polêmicas envolvendo o show que Roger Waters fez recentemente em Berlim, na Alemanha, continuam rendendo. Nesta terça-feira, 6, foi a vez do Departamento de Estado dos Estados Unidos se manifestar. Segundo uma reportagem da Reuters, o show na capital alemã foi “profundamente ofensivo para o povo judeu” e acusou Waters de ser anti-semita. O músico fará seis shows no Brasil este ano de sua turnê de despedida, This Is Not a Drill. Os shows ocorrerão entre outubro e novembro em Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte e São Paulo. A turnê iria ocorrer em 202, mas foi adiada devido à pandemia e retornou em julho de 2022, em Pittsburgh, nos Estados Unidos.

Aos 79 anos, o ex-baixista do Pink Floyd, fez uma apresentação em que usava um sobretudo preto com um emblema semelhante à suástica nazista. Para o músico, o figurino era uma declaração contra o fascismo, a injustiça e o fanatismo e considerou as críticas como “insinceras e politicamente motivadas”. Waters afirmou que a representação de um “demagogo fascista desequilibrado” é uma característica de seus shows desde The Wall (1979).

Nas redes sociais, a embaixadora dos Estados Unidos Deborah Lipstadt, disse concordar plenamente com a acusação de Roger Waters distorceu o Holocausto de maneira desprezível. Segundo a reportagem da Reuters, um e-mail do Departamento de Estado manteve o comentário de Lipstadt. “O artista em questão tem um longo histórico de uso de alegorias anti-semitas para difamar o povo judeu”, acrescentou o departamento.

Vale lembrar que o britânico Roger Waters é um crítico veemente da política externa americana e no início deste ano falou no Conselho de Segurança da ONU sobre a Guerra na Ucrânia, a convite da Rússia. Ele também apoia os palestinos e é contra a ocupação israelense dos territórios da Cisjordânia.

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