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Anitta recebe alta após cinco dias no hospital

Cantora foi submetida a uma cirurgia de endometriose e relatou nas redes sociais as dores e o inchaço abdominal do pós-operatório

Por Gabriela Caputo Atualizado em 25 jul 2022, 17h35 - Publicado em 25 jul 2022, 17h27

Submetida a uma cirurgia de endometriose na quarta-feira, 20, Anitta recebeu alta nesta segunda-feira, 25, afirma o último boletim divulgado pelo Hospital Vila Nova Star, onde a cantora estava internada, na Zona Sul de São Paulo. “A decisão da equipe médica ocorreu após reavaliação do quadro clínico da paciente, realizada nesta tarde. A cantora recebeu todas as orientações necessárias para a sua recuperação pós-alta hospitalar, e seguirá sendo monitorada pela equipe da unidade”, diz o comunicado.

Desde sexta-feira, Anitta vem compartilhando em seu Twitter as dificuldades do pós-operatório. “Sei que vocês estão esperando eu aparecer mas tá difícil viu. Esse pós é insuportável. Correu tudo certo na cirurgia, agora é passar por essa fase extremamente ruim”, escreveu. Conforme os boletins médicos oficiais e as postagens de Anitta nas redes sociais, a cirurgia foi bem sucedida e a evolução do quadro clínico é satisfatória.

Anitta foi submetida a uma laparoscopia, procedimento minimamente invasivo para tratamento de endometriose (condição inflamatória originada pelo crescimento anormal de células do endométrio fora do útero) e que durou quatro horas. Em seu Twitter, a cantora vem reclamando de dor e inchaço – consequências da injeção de gases na barriga para melhorar a visualização da região durante a operação.

Na tarde do domingo, 24, ela aproveitou para interagir com algumas usuárias que já passaram pelo mesmo procedimento: “E em quanto tempo você deixou de ser um botijão de gás ambulante?”, brincou, em resposta a uma delas. 

No início de julho, Anitta comunicou seus seguidores sobre o diagnóstico da endometriose, descoberta por meio de uma ressonância magnética. A doença afeta uma em cada dez mulheres brasileiras, segundo estimativa do Ministério da Saúde. No mundo, são cerca de 180 milhões de pessoas com a condição, que se manifesta quando as células do tecido que recobre o útero, chamado de endométrio (daí o nome), se proliferam em outras partes do corpo, geralmente na região pélvica, como ovários, trompas e bexiga. Os sintomas são diversos e podem afetar drasticamente a qualidade de vida da mulher, indo de cólicas severas e alterações no fluxo menstrual a desconforto ao urinar e nas relação sexuais.

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