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Por Marcela Rahal
Jornalista, repórter e apresentadora. Blog de informação e análise do cenário político nacional
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Sem escolha, alas do PT precificam volta de Marta

O nome da ex-prefeita gera controvérsias com petistas mais radicais, mas que admitem a falta de opção interna

Por Marcela Rahal
Atualizado em 2 fev 2024, 18h36 - Publicado em 2 fev 2024, 07h11

O PT vai fazer na noite desta sexta-feira, 2, um evento para marcar a volta da ex-prefeita Marta Suplicy ao partido. A ex-secretária de Relações Internacionais da prefeitura deixou a gestão do prefeito Ricardo Nunes para superar as mágoas do passado e voltar à sigla que a elegeu para comandar a principal cidade do país em 2000.

Marta apoiou o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, principal fato que intriga petistas históricos que tiveram resistência ao seu nome. Apesar disso, o movimento foi feito pelo presidente Lula, que viu na sua ex-ministra do Turismo a chance de contar com um nome de peso na chapa do deputado federal Guilherme Boulos, do PSOL, para concorrer à prefeitura de São Paulo.

Pesquisas recentes mostram Marta como a prefeita mais bem avaliada da capital paulista. Sua gestão deixou marcas como os CEUs e o Bilhete Único.

O ato pragmático de Lula tem uma razão, explica o cientista político e professor do Mackenzie Rodrigo Prando: “Não houve uma preocupação do partido com a formação de novos quadros com qualidades de liderar a ponto de tornar-se, concretamente, um nome forte e competitivo eleitoralmente”.

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Até por isso pode-se atribuir o consenso ao nome da ex-prefeita, que saiu do partido se posicionando de forma dura contra a sigla. “O nome já está precificado, não tem como questionar a importância que Marta terá na disputa eleitoral”, afirmou o líder do PT na Alesp, Paulo Fiorilo.

Claro que a “traição a Nunes” será explorada pela campanha do atual prefeito. As contradições envolvendo a postura da ex-ministra em relação ao PT também devem entrar na pauta. É do jogo. Basta saber se isso terá relevância para o eleitor.

Vale lembrar que a vitória de Lula foi impulsionada pela união com seu adversário histórico Geraldo Alckmin, ex-tucano que migrou para o PSB para compor a chamada Frente Ampla.

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