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Maquiavel Por José Benedito da Silva A política e seus bastidores. Com João Pedroso de Campos, Reynaldo Turollo Jr., Tulio Kruse, Diogo Magri, Victoria Bechara e Sérgio Quintella. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

O que pode impedir Renan Filho de se juntar ao pai no Senado em 2023

Apesar de favoritismo, governador de Alagoas tem pela frente complexo xadrez político antes de se lançar como candidato a senador

Por Leonardo Lellis 31 out 2021, 09h35

Favorito na corrida ao Senado por Alagoas em 2022, o governador Renan Filho (MDB) tem pela frente um complicado xadrez eleitoral em 2022 para fazer valer o desejo de boa parte do MDB e de seu próprio pai, o senador Renan Calheiros, de vê-lo em Brasília na próxima legislatura. 

Bem avaliado, Renan Filho chegará ao fim de seu segundo mandato em uma situação “sui generis”: se resolver disputar o Senado, terá de deixar o cargo no início de abril do ano que vem sem um vice para assumir no seu lugar, já que Luciano Barbosa, que seria seu sucessor natural, elegeu-se prefeito de Arapiraca (segundo maior município do estado) em 2020.

Não se trata de uma decisão trivial para Renan Filho. No atual cenário, caso ele decida disputar o Senado, o primeiro na linha de sucessão é o presidente da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Marcelo Victor (Solidariedade), hoje próximo a Arthur Lira, um dos principais antagonistas de Renan Calheiros no Congresso Nacional em relação ao governo federal — enquanto Renan projetou-se à oposição ao presidente Jair Bolsonaro na relatoria da CPI da Pandemia, Lira toca a agenda de interesse do Palácio do Planalto no comando da Câmara dos Deputados.

“É uma decisão complexa. Tenho boas chances ao Senado, mas é preciso organizar a eleição ao governo e construir um projeto viável que mantenha as conquistas”, afirma, deixando em aberto a hipótese de concluir seu mandato e apoiar outros nomes para senador e para o governo estadual. Reportagem de VEJA desta semana mostra como a situação embaralha a eleição para o governo e coloca em rota de colisão pesos-pesados da política nacional.

Caso Renan Filho renuncie, o comando de Marcelo Victor seria transitório, já que a Constituição do estado prevê trinta dias para realizar eleição indireta pelos deputados estaduais de um governador para cumprir um mandato-tampão até dezembro de 2022. 

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