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José Casado Por José Casado Informação e análise

Os maiores e mais caros jatos privados dos bilionários brasileiros

Bancos e indústrias farmacêuticas se destacam na lista de donos das joias da aviação executiva privada em operação no país

Por José Casado Atualizado em 25 out 2021, 03h14 - Publicado em 25 out 2021, 08h30

Os bancos BTG Pactual e Safra são donos dos maiores e mais caros jatos executivos privados em operação no país.

Um exemplar do Bombardier Global 7500, como o do banco BTG Pactual, tem autonomia de vôo de 14 mil quilômetros , suficiente para cobrir os 14 mil quilômetros entre São Paulo e Colombo, no Sri Lanka, por exemplo. Custa na tabela de fábrica US$ 75 milhões, o equivalente a R$ 423 milhões

O PS-BTG é modelo único no país, segundo o repórter Carlos Martins autor de um “ranking” dos maiores jatos privados dos bilionários brasileiros, publicado no fim de semana pela revista AeroIn.

O critério adotado foi o peso máximo de decolagem, superior ou igual a 45 toneladas. É o peso do Bombardier Global 6000, terceiro maior jato executivo em rota no Brasil.

Por essa lupa, o maior não é, necessariamente, o mais caro. É o Boeing Business Jet do Banco Safra, uma das 189 unidades produzidas até 2013 com preços variáveis. O PR-BBS do Safra foi fabricado em 2002 e custa US$ 71 milhões (R$ 404 milhões), pouco menos que o do BTG.

A listagem reflete a ascensão dos acionistas de empresas de medicamentos ao clube dos bilionários brasileiros.

O Gulfstream G650ER da farmacêutica EMS sai da fábrica por US$ 67 milhões (ou R$ 378 milhões). A tabela para o  Bombardier Global 6000 da União Química Nacional e da Cimed Medicamentos começa em US$ 62 milhões (R$ 350 milhões).

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