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Testemunhas dão detalhes sobre o assassinato de Marielle e Anderson

Elas relataram que viram apenas um carro perseguindo o carro da vereadora do PSOL assassinada no Rio

Duas pessoas que afirmam ter testemunhado o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes contaram detalhes do crime para o jornal O Globo. Segundo o jornal, as duas foram ouvidas separadamente e deram relatos idênticos.

A reportagem conta que as testemunhas se assombraram com a violência com que o Cobalt prata, guiado pelos criminosos, fechou o Agile branco, conduzido por Anderson, que substituía o motorista de Marielle.

Segundo as testemunhas, o motorista do Agile reduziu a velocidade, enquanto da janela de trás do Cobalt uma pessoa usou uma arma de cano alongado para disparar contra o outro carro.

Elas relataram ainda que viram apenas um carro perseguindo o carro de Marielle, e não dois como se cogitou até agora.

De acordo com o jornal O Globo, as testemunhas permaneceram no local até a chegada da polícia, mas saíram de lá sem serem ouvidas por orientação de policiais militares. “Cheguei a esperar alguns minutos no local, mas os PMs mandaram as pessoas irem para casa”, disse uma das testemunhas, que conta que ficou com medo.

Comentários

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  1. Paulo Bandarra

    Não esclarece muito. Quase nada.

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  2. Nao.esclarecem nada e somente querem arranjar pra cabeça dos policiais. Brasil

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  3. Muito estranho … Testemunhas que contradizem vários vídeos da perseguição. Realmente parece que surgiram para desviar a investigação e, de quebra, pôr a PM sob suspeição. O fato incontestável é que foi uma exekução, e não é crível que uma exekução dessas tenha sido realizada sem, pelo menos, um grupo de apoio. Investiguem essas testemunhas.

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  4. Quem lê a matéria no Globo, percebe que há inconsistências. A perícia confirma que os primeiros tiros começaram antes dos caros emparelharem, pois vieram de trás, mas uma testemunha viu o carro da vítima ser fechado pelo do atirador, antes dos disparos. Mais ainda, viu o atirador “abrir a janela” antes de atirar. Isso é um detalhe difícil de ser observado à noite, e leva tempo, principalmente se for por acionamento elétrico (ou teria sido manual? pouco provável!). A assessora teria percebido uma tal fechada e redução brusca de velocidade, mesmo estando ao celular, o que ela não relatou aos investigadores, pelo menos no que foi publicado. A cronologia não bate!

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  5. Paulo Bandarra

    Outro detalhe que a VEJA omite é que era uma pistola com cano comprido. Silenciador.

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