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Os 71 órfãos da matança cotidiana dos PMs do Rio

Por trás do número alarmante de policiais mortos no Rio, estão famílias esfaceladas pela perda súbita e indignadas com tanto sangue derramado

Sair da frieza das estatísticas sobre a morte de policiais militares no Rio de Janeiro para o drama das famílias enlutadas é mergulhar em um poço de tristeza e desesperança, agitado de vez em quando por um vento de indignação — os três sentimentos que predominam no cotidiano das mães e pais, mulheres e maridos, irmãs e irmãos, filhas e filhos dos policiais que morrem em decorrência da violência dos bandidos.

Uma estatística é a mais dolorosa: há 71 órfãos dessa tragédia carioca de 2017. Em VEJA desta semana, conheça a história destas famílias destroçadas pela violência.

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Comentários

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  1. Luiz Carlos de Siqueira

    Êh…Brasil!!! Um povo apático+governo corrupto= um país que não é uma Nação!

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  2. Marco Antonio Bellato Kaluf

    Veja, escorregou na manchete , ficou parecendo que PM´s estão provocando matança, e é justamente o contrário. Corrige isso aí, viu?

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  3. Bruna Scalon

    #EU ESCOLHO O POLICIAL!!!!!!!!!!!!
    #VIVA MORO, PF, PM, FFAA!!!!!!!!
    #CADEIA PRA LULA, DILMA….e todos os vagabundos politicos (ou nao) dessa comunistada corrupta, e defendora de bandidos, calhirdss e genocidas!!!
    #FORA VERMELHOS!!!

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