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Frescobol é vítima da vez do debate: é melhor raiz ou ‘Nutella’?

Um grupo de praticantes da tradicional diversão de praia pôs regras e até tecnologia num esporte que nasceu para ficar sem vencedores

Por Andressa Oliveira - Atualizado em 10 dez 2018, 09h28 - Publicado em 19 mar 2017, 08h00

“Esporte maravilhoso, praticado à beira-mar – os participantes quase nus –, de tempo em tempo interrompido por um mergulho refrescante, o frescobol é elegante e dinâmico o tempo todo, beneficiando-se ainda da sorte inaudita de nunca nenhum idiota ter tido a ideia de lhe traçar normas, aferir pontos.” A deliciosa definição cunhada por Millôr Fernandes (1923-2012), praticante pioneiro e assíduo do mais carioca dos esportes – em 2015, o prefeito Eduardo Paes o transformou em patrimônio imaterial da cidade –, é um retrato à perfeição da informalidade praiana do jogo de raquetes.

Porém, um novo grupo de praticantes quer agora subverter os preceitos puristas do frescobol, acrescendo ao aspecto lúdico o espírito de competição. Além de transformar o bate-bola tradicional, sem objetivo aparente, em uma apresentação minutada e avaliada por quesitos (assista o vídeo abaixo e saiba mais), os adeptos da versão competitiva tentam implementar uma novidade tecnológica: a medição da velocidade de cada raquetada por meio de um radar, semelhante ao usado nas quadras de tênis.

https://www.youtube.com/watch?v=PHb-sFptlgo

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