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Exército assume segurança interna da missa do papa em Guaratiba

A um mês da Jornada Mundial da Juventude, a tarefa, que caberia a uma empresa de segurança privada, foi transferida para o orçamento do Ministério da Defesa

O Exército Brasileiro vai assumir, com cerca de 3.000 homens, o policiamento da vigília e da missa final comandada pelo papa Francisco em Guaratiba, nos dias 27 e 28 deste mês. A decisão foi tomada diante da falta de apresentação, pela empresa Dream Factory (contratada pela arquidiocese), de empresas de segurança privada para cuidar da proteção dos fiéis, como havia sido acordado com o Exército. As Forças Armadas vão atuar com um contingente de 10.200 militares na Jornada Mundial da Juventude, do qual 7.000 trabalharão em Guaratiba – a maior parte do lado de fora da fazenda, vigiando os acessos e o percurso de 13 quilômetros dos peregrinos até o local da missa. “A cúria estava com dificuldade de contratar, e nós achamos que os nossos soldados cumprirão melhor essa missão. Eles atuarão fardados, dentro do campus”, explicou o general José Alberto da Costa Abreu, comandante da 1ª Divisão do Exército e coordenador de defesa de área da JMJ. A exceção será um grupo de cerca de 500 militares de terno, na área do altar, onde estará Francisco.

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