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Ator faz protesto e conta com naturalidade sobre viver com HIV

Ele se prepara para estrear no teatro a montagem 'Crioulos'

Por João Batista Jr. Atualizado em 21 fev 2020, 10h10 - Publicado em 21 fev 2020, 06h00

Ator, roteirista e cofundador do animadíssimo bloco de Carnaval paulistano Domingo Ela Não Vai, Alberto Pereira Jr. decidiu contar com naturalidade sobre viver com HIV há dez anos para, simultaneamente, fazer um protesto. Recentemente, Jair Bolsonaro afirmou que remédios antirretrovirais são um “desperdício” para os cofres públicos. “É um absurdo, uma falta de humanidade e de decoro, o próprio presidente da República segregar e eleger quem deve ou não receber assistência médica”, diz o rapaz de 30 anos. Pereira Jr. tem o corpo torneado, faz academia todos os dias e vai às baladas como qualquer pessoa de sua idade. Em março, ele estreia no teatro a montagem de Crioulos. “A peça é um levante sobre segregação e negritude. Elenco, direção e autoria todo negro.”

Publicado em VEJA de 26 de fevereiro de 2020, edição nº 2675

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