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E PETRALHA CONTINUA A NÃO GRITAR: “CADÊ A FITA?”

É espantoso! Leitores me enviam uma porcaria publicada pelo JED (Jornalismo da Esgotosfera Dirceuzista), segundo a qual eu estaria a sustentar ser uma desnecessidade a fala gravada de Marcos Valério, acusando Lula de ser o chefe do mensalão (tendo José Dirceu como lugar-tenente) e sustentando que o esquema movimentou R$ 350 milhões. O que essa […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 07h52 - Publicado em 16 set 2012, 18h02

É espantoso! Leitores me enviam uma porcaria publicada pelo JED (Jornalismo da Esgotosfera Dirceuzista), segundo a qual eu estaria a sustentar ser uma desnecessidade a fala gravada de Marcos Valério, acusando Lula de ser o chefe do mensalão (tendo José Dirceu como lugar-tenente) e sustentando que o esquema movimentou R$ 350 milhões.

O que essa gente não faz por dinheiro!? Eu escrevi aqui e aqui, como sabem, é justamente o contrário. Eu estranhei é o fato DE QUE ELES, OS PETRALHAS, NÃO ESTEJAM PEDINDO A FITA. Eu, na verdade, também quero ouvir a gravação, ué.

É estupefaciente que essa gente tenha a cara de pau de sustentar o contrário do que os fatos evidenciam.

Prisão de Lula?
A canalha também diz, para açular o ódio dos cachorros loucos, que eu teria defendido a prisão de Lula, na esteira do processo do mensalão. Só se eu fosse tonto, coisa de que, ao menos, não me acusam. Infelizmente, Lula não é um dos réus do processo do mensalão que corre no Supremo. Portanto, não há como ele ser condenado ou absolvido, já que não é julgado. Logo, como eu poderia ter defendido o que é uma impossibilidade ditada pelos próprios termos da equação?

Esses caras poderiam ter a opinião que lhes desse no bolso — não tenho nada com isso. Costumo ignorá-los no meu blog, como sabem; eles é que são obcecados por mim. Espantosa é a desfaçatez com que atribuem a terceiros o que nunca escreveram e relatam fatos que nunca aconteceram.

A partir de uma verdade factual, muitas podem ser as opiniões e as sentenças — como os julgamentos mundo afora deixam claro. Já a mentira é coisa de outra natureza. Não se trata de um critério que faz as discordâncias ideológicas, mas um divisor a distinguir os decentes (que frequentemente divergem entre si) dos vagabundos.

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