Clique e Assine por apenas R$ 0,50/dia
Reinaldo Azevedo Por Blog Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

Cartilhas 1 – como escrevi aqui, é ‘menas’ verdade

Eu não falei? Desse jeito, o Babalorixá de Banânia ainda acaba declarando este blog de utilidade pública. Esta história das cartilhas está mal contada. Eu estou começando a achar que os dois milhões de cartilha que correspondem aos R$ 11 milhões que não tiveram prestação de contas correspondente nunca existiram. É… Passarinho bem informado aquele. […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 23h14 - Publicado em 12 set 2006, 08h02

Eu não falei? Desse jeito, o Babalorixá de Banânia ainda acaba declarando este blog de utilidade pública. Esta história das cartilhas está mal contada. Eu estou começando a achar que os dois milhões de cartilha que correspondem aos R$ 11 milhões que não tiveram prestação de contas correspondente nunca existiram. É… Passarinho bem informado aquele. O Estadão foi atrás da história. E começou a render. Pode meter a enxada na terra, que vai sair minhocuçu. Por Sônia FiLgueiras no Estadão de hoje: “A área técnica do Tribunal de Contas da União (TCU) rejeitou as explicações apresentadas pela Secretaria de Comunicação (Secom), ligada à Presidência da República, sobre gastos de R$ 11 milhões feitos com a impressão e distribuição de material gráfico com propaganda institucional do governo Lula. A equipe técnica do TCU não está convencida de que a documentação apresentada pela Secom em sua prestação de contas comprove a execução dos contratos, que previam a confecção e distribuição de 5 milhões de revistas e folhetos relatando as realizações do governo. Na avaliação dos técnicos, a Secom deve fornecer mais explicações. (…) As conclusões da área técnica estão em um parecer anexado ao voto do ministro Ubiratan Aguiar, relator do caso. Na última semana, o ministro apresentou um voto no sentido de abrir um processo de tomada de contas especial. O processo dá aos envolvidos oportunidade de apresentar novas explicações, mas a sua abertura depende de aprovação do plenário do TCU. O ministro Marcos Vilaça pediu vistas do processo, interrompendo a votação.Clique aqui para ler mais

Publicidade