Clique e assine com 88% de desconto
Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Pedro Carvalho. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Após queda, veja o time de ‘talentos’ de Roberto Alvim na Cultura

Chefe de políticas de Diversidade na Cultura, a pastora evangélica Jane Silva Brasil, por exemplo, queria 'resgatar o romantismo entre homens e mulheres'

Por Robson Bonin, Mariana Muniz - Atualizado em 17 jan 2020, 13h24 - Publicado em 17 jan 2020, 13h14

Roberto Alvim vai limpar as gavetas e levar seus pensamentos nazistas para fora da Secretaria de Cultura do governo de Jair Bolsonaro. Beleza. A pressão da comunidade judaica no coração do bolsonarismo falou mais alto.

Mas o que será feito das outras figuras que Alvim levou para dentro do governo? A equipe de “talentos”, como ele dizia. Veja a nova secretária da Diversidade Cultural, Jane Silva Brasil.

Nomeada no fim de novembro do ano passado por Alvim, Jane não demorou a apresentar o primeiro projeto de sua área: conversar com artistas e cantores para resgatar o romantismo entre homens e mulheres e os “valores da família e do casamento”.

“Vamos lançar um edital resgatando o romantismo entre homens e mulheres. Estou em conversa com cantores e artistas. Assim vamos resgatar os valores da família e do casamento”, escreveu a secretária de Diversidade nas redes sociais.

Publicidade
//Divulgação

O que o edital tem a ver com diversidade? A secretária não explicou.

Jane postou em dezembro a foto com o time todo de Alvim na Cultura. Na legenda, ela avisou: “Quero oferecer o meu melhor para meu honroso país. Tenho a honra de fazer parte do seleto time de trabalho que compõe a Cultura”.

Qual o currículo de Jane? Ela é diz numa rede social que é “palestrante internacional em assuntos relacionados ao Oriente Médio. É ainda “pastora titular da Igreja do Evangelho Quadrangular”. Morou em Israel dois anos e idealizou alguns festivais de música gospel e religião.

//Divulgação
Publicidade