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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Na geladeira de Alcolumbre, indicação de Mendonça completa três meses

O presidente da CCJ avisou a senadores que não deve marcar sabatina do escolhido de Bolsonaro até o ano que vem

Por Gustavo Maia Atualizado em 12 out 2021, 09h20 - Publicado em 13 out 2021, 06h01

A novela da indicação do “terrivelmente evangélico” André Mendonça para o STF completa três meses nesta quarta-feira, mas segue sem data prevista para chegar ao último capítulo.

Na semana passada, Davi Alcolumbre telefonou a alguns senadores, entre eles o líder do governo Fernando Bezerra Coelho e Renan Calheiros, para avisar que está decidido a não pautar a sabatina do escolhido de Bolsonaro na CCJ do Senado até o ano que vem, pelo menos.

Após o recado, Bolsonaro aumentou o tom contra o ex-presidente do Senado, no domingo. “Três meses lá no forno o nome do André Mendonça. Quem não está permitindo é o Alcolumbre, uma pessoa que eu ajudei na eleição dele. Depois pediu apoio para eleger o Pacheco, e eu ajudei. Teve tudo que foi possível durante dois anos comigo. De repente ele não quer o André Mendonça”, comentou o presidente.

Nesta segunda-feira, Alcolumbre comissão recebeu um alento do Supremo, por conta da decisão do ministro Ricardo Lewandowski de rejeitar um pedido de dois senadores para que a sabatina fosse marcada. O ministro alegou que essa é uma questão interna do Senado.

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