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Institucionalizaram a gazeta na Câmara

Há pouco, no Salão Verde da Câmara, Marco Maia e João Paulo Cunha anunciaram a solução encontrada por eles para responder à opinião publica sobre a sessão fantasma da CCJ na última quinta-feira. O lógico seria que Maia anulasse a votação e notificasse os outros 512 colegas de que as sessões das quintas também exigem […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 10h38 - Publicado em 27 set 2011, 17h42

Há pouco, no Salão Verde da Câmara, Marco Maia e João Paulo Cunha anunciaram a solução encontrada por eles para responder à opinião publica sobre a sessão fantasma da CCJ na última quinta-feira.

O lógico seria que Maia anulasse a votação e notificasse os outros 512 colegas de que as sessões das quintas também exigem a presença de suas excelências, certo? Afinal de contas, responder à chamada e ir embora da aula é algo proibido, que a gente aprende na escola.

Mas veja a solução encontrada por Maia e João Paulo: uma comissão de cinco deputados escolhidos por João Paulo irá colher sugestões de quem quer que seja — as minhas, as suas… — para só depois decidir o que fazer.

Nem pensar em anular a votação de 118 projetos por dois deputados. Acabar com a gazeta de quinta, também não. No lugar disso, Maia chegou até a ventilar a inconstitucional manobra para acabar com as votações de redação final dos projetos, exatamente como a que ocorreu na fatídica quinta. Mudar o regimento pode, mexer no conforto dos nobres pares, não. Pelo visto, a novela promete.

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