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‘Donde o ilícito?’, diz desembargador que mandou Geddel para casa

O magistrado converteu a prisão de Geddel em recolhimento domiciliar

Por Pedro Carvalho Atualizado em 12 jul 2017, 18h48 - Publicado em 12 jul 2017, 18h02

O desembargador do Tribunal Regional Federal de Brasília Ney Bello parece entender os contatos que o ex-ministro Geddel Vieira Lima mantinha com a esposa de Lucio Funaro, delator. 

“Não há delito aparente em obter informações, quando este ato não é ilegal e muito menos criminoso”, disse.

Para o magistrado, tal ato é “até esperado” por parte do político, “considerando a inexistência de proibição de contato com a esposa do delator e a natureza da posição de investigado do próprio Geddel”.

“Donde o ilícito?”, conclui.

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