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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Aras diz que acionar ‘pessoas’ antes de investigar fatos é ‘política’

PGR rebate pressões que vem recebendo dentro e fora do MPF para que responsabilize Jair Bolsonaro por seus atos

Por Robson Bonin Atualizado em 21 abr 2020, 14h30 - Publicado em 21 abr 2020, 14h29

Chefe da PGR, Augusto Aras diz que pediu a investigação dos atos contra a democracia realizados no fim de semana, com a participação de Jair Bolsonaro, para apurar a identidade dos autores e produzir provas. A responsabilização de “pessoas”, segundo ele, virá depois dessa fase.

“Investigações envolvem fatos (autoria e materialidade). Pessoas veem depois. É o que diz a lei! O resto é política”, diz Aras.

O procurador se responde ás pressões que tem sofrido, dentro e fora do Ministério Público Federal para que acione o presidente da República por seus atos. “O s membros do Ministério Público não são eleitos pelo povo. Devem cumprir a Constituição Federal e as Leis”, avisa.

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