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José Casado Por José Casado Informação e análise

Um caso de sucesso em meio ao tumulto do governo

Sistema inovador, de baixo custo e seguro, em menos de oito meses o Pix foi adotado por 73 milhões de pessoas, quase metade dos brasileiros adultos

Por José Casado Atualizado em 2 jul 2021, 00h45 - Publicado em 2 jul 2021, 09h30

O Banco Central celebra, e tem bons motivos. Anteontem, registrou um recorde de operações financeiras diárias via Pix, inovador meio eletrônico de pagamento instantâneo seguro e de baixo custo. Foram 28 milhões de transações, 500 mil acima do recorde anterior, na primeira semana de junho.

Quase metade (46%) dos brasileiros adultos se tornaram usuários do Pix. São 73 milhões de pessoas — ampla maioria de baixa renda. Ontem, em Brasília, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, anunciou para este semestre o início de duas novas funcionalidades, o Pix Saque e o Pix Troco. Para os ricos, prevê-se em breve o Pix Internacional.

Com 5,8 milhões de empresas participantes, o movimento financeiro por esse canal não só cresceu exponencialmente nas últimas 30 semanas, como já supera a quantidade somada nos meios tradicionais  (cheques, boletos, de TEDs, DOCs).

O sistema é novo, ainda não completou oito meses, mas é um notável caso de sucesso na paisagem de um governo que há dois anos e meio cultiva o tumulto como prioridade política e administrativa.

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