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Só no setor do Petrolão explorado pelo diretor Renato Duque, o PT embolsou dois Fiat-Collor por dia durante 10 anos

Ex-diretor executivo da Petrobras capturado pela Operação Lava Jato e um dos beneficiários da delação premiada, Pedro Barusco revelou que, entre 2003 e 2013, repassou a João Vaccari Neto, tesoureiro do PT, de US$ 150 milhões a US$ 200 milhões em propinas. Fiquemos no centro da meta: foram US$ 175 milhões ou R$ 480 milhões só no […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 02h10 - Publicado em 6 fev 2015, 16h34

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Ex-diretor executivo da Petrobras capturado pela Operação Lava Jato e um dos beneficiários da delação premiada, Pedro Barusco revelou que, entre 2003 e 2013, repassou a João Vaccari Neto, tesoureiro do PT, de US$ 150 milhões a US$ 200 milhões em propinas. Fiquemos no centro da meta: foram US$ 175 milhões ou R$ 480 milhões só no setor do Petrolão explorado pelo diretor-companheiro Renato Duque.

São R$ 48 milhões por ano. Ou R$ 4 milhões por mês. Ou R$ 133 mil por dia. Hoje, seria este o preço de dois Fiat Elba, carro que desencadeou a crise encerrada com o impeachment do presidente Fernando Collor em 1992. Os que financiaram campanhas eleitorais com propinas equivalentes a um Fiat-Collor a cada 12 horas ainda estão impunes.

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