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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Por que Kátia Abreu não contratou a supergerente desempregada para administrar seu império rural?

Para justificar o pontapé na Constituição, a melhor amiga de Dilma pariu uma mentira e um mistério

Por Augusto Nunes Atualizado em 30 jul 2020, 21h57 - Publicado em 2 set 2016, 12h30

Atualizado às 11h30

Decidida a justificar o pontapé na Constituição que preservou os direitos políticos da presidente destituída, Kátia Abreu, senadora e sucessora de Erenice Guerra no posto de melhor amiga de Dilma Rousseff, pariu simultaneamente uma mentira e um mistério.

A mentira: Kátia disse que a governante desgovernada não conseguiria sobreviver com a aposentadoria de R$ 5 mil. A senadora sabe que Dilma tem dinheiro de sobra para garantir uma velhice mansa. Tanto tem que, em julho de 2014, confessou que guardava em casa uma bolada de bom tamanho: R$ 152 mil.

O mistério: por que a latifundiária Kátia Abreu desperdiçou a chance de contratar uma supergerente desempregada para administrar suas muitas fazendas no Tocantins? Talvez por desconfiar que, em apenas cinco anos, o império rural ficaria parecido com o país destruído pelo poste que Lula fabricou.

http://videos.abril.com.br/veja/id/1f96cb451facf6a7a11a05915949cc87?

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