Clique e Assine por apenas R$ 0,50/dia
Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Oliver: Enquanto isso, em Banânia

VLADY OLIVER Muito salutar que uma juíza de São Bernardo tenha se arvorado no direito de ferrar milhões de usuários e tirar o “zap zap” do ar por longos e tenebrosos dois dias. A ação já caiu. A burrice, no entanto, continua intacta. A sanha marreta de censurar o que não se conhece. O mantra […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 30 jul 2020, 23h50 - Publicado em 17 dez 2015, 15h35

VLADY OLIVER

Muito salutar que uma juíza de São Bernardo tenha se arvorado no direito de ferrar milhões de usuários e tirar o “zap zap” do ar por longos e tenebrosos dois dias. A ação já caiu. A burrice, no entanto, continua intacta. A sanha marreta de censurar o que não se conhece. O mantra vigarista de legislar sobre o ilegislável. Evidente que sei – até meu filho sabe – como burlar a “república dos idiotas de São Bernardo” e continuar a usar a ferramenta, a despeito de uma carcamana que não sabe lidar com tecnologia.

Que fique clara a sanha condenatória dessa gente, meus caros. Os Antagonistas chamam o caso de “patriotada”; Reinaldo Azevedo pergunta: e se fosse o Metrô? Acredito que cabe aqui a atitude inversa: todos aqueles que se sentirem lesados com a decisão estúpida tomada por uma vizinha do Lulão devem procurar a justiça e EXIGIR REPARAÇÃO. Repito o que já afirmei aqui: não topo ficar fora da lei deixando de pagar meus impostos, mas topo entrar na Justiça com quantas ações coletivas pudermos ajuizar contra este monte de foices e martelos que querem confiscar nossas liberdades mais elementares.

No tempo do presidente colorido eu participei de quatro ações diferentes. Ganhamos todas. Pelas falcatruas com os planos daquela ministra dos dentes de Cerveró, pelo sequestro da poupança, pela correção dos valores envolvidos e pela correção pelo tempo – dois anos – que levou toda essa cantilena. Só assim, doendo no bolso, essa gente começará a devolver o dinheiro que roubam de nós. Uma idiota que não tem onde cortar em mais de um trilhão de receitas dos nossos impostos combalidos para ensaiar ao menos uma austeridade monetária para os ingleses verem é, no mínimo, uma irresponsável no poder. Uma vigarista. Uma sombra vingativa que quer o comunismo a todo custo, e não um país livre destes imbecis.

Ontem ficou claro, meus amigos. Para onde vai o nosso dinheiro? Para pagar a vermelhada vagabunda que desfilou em plena quarta-feira de cinzas, num carnaval fora de época com os nossos impostos na cueca. É isso o que eles fazem com a nossa grana. Usam-na sem a menor cerimônia para bancar um teatro picareta, onde a mamulenga de tailleur tem milhares de “defensores”. O jornal cheio de moscas, aquele que também tem uma empresa de pesquisa cheia de moscas, declara em alto e bom cacarejo que a manifestação patrocinada pela quadrilha é maior que aquela organizada por pessoas de bom senso.

É espantoso !!! Eles comemoram essa vergonha vermelha !!! Eles comemoram que um país passe uma geração inteira dependendo de bolsas-miséria para ser manipulado com um rebanho a ser abatido. Essa gente não tem noção do ridículo, do embuste, da vigarice que encarnam e capitaneiam. Essa gente não tem noção do perigo. Passou da hora de mandar um “zap zap” nessa quadrilha, meus caros. A liberdade no país agradece. Um belo pé cívico no traseiro dessa camorra é o presente de natal que a nação inteira espera, já perdendo a paciência com estes politicozins.

Tenham vergonha na cara, vagabundos.

Continua após a publicidade
Publicidade