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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Extorsão democrática

“Por exemplo, João dá um cheque de 1.000 reais para Pedro. No débito de João, entram 1.002 reais: 1.000 reais para a conta de Pedro e 2 reais para a CPMF. Quando esses 1.000 reais vão para a conta de Pedro, não entram 1.000 reais, mas 998 reais, porque 2 reais vão para a CPMF. […]

Por Augusto Nunes - Atualizado em 31 jul 2020, 00h23 - Publicado em 4 out 2015, 10h59

“Por exemplo, João dá um cheque de 1.000 reais para Pedro. No débito de João, entram 1.002 reais: 1.000 reais para a conta de Pedro e 2 reais para a CPMF. Quando esses 1.000 reais vão para a conta de Pedro, não entram 1.000 reais, mas 998 reais, porque 2 reais vão para a CPMF. Assim, o governo federal acaba recebendo o dobro de dinheiro”.

Marcelo Castro, deputado federal do PMDB do Piauí que acaba de virar ministro da Saúde, ao explicar como funcionaria a “CPMF no crédito e no débito”, mostrando que a fórmula que inventou permitirá que nem credores nem devedores escapem do privilégio de financiar a gastança criminosa e irresponsável do governo de que agora faz parte.

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