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Baixo Ribeiro, fundador da galeria Choque Cultural

Um dos fundadores da Choque Cultural, Baixo Ribeiro entrou no mundo das galerias de arte depois de perceber que a geração de seu filho, o artista plástico João Pedro, de 23 anos, estava orfã de um espaço que se comunicasse com ela. Diferentemente das galerias tradicionais, na Choque Cultural as paredes nunca são brancas, os […]

Um dos fundadores da Choque Cultural, Baixo Ribeiro entrou no mundo das galerias de arte depois de perceber que a geração de seu filho, o artista plástico João Pedro, de 23 anos, estava orfã de um espaço que se comunicasse com ela. Diferentemente das galerias tradicionais, na Choque Cultural as paredes nunca são brancas, os preços estão fixados ao lado das obras e reina a informalidade entre os atendentes e o público. Segundo Baixo, a galeria é voltada principalmente para a geração pós-1980, formada por pessoas com uma visão de mundo marcada pela popularização dos computadores e da internet, pelo fim da dicotomia comunismo-capitalismo e pela proliferação da Aids. O galerista também acredita que as artes plásticas estão caminhando para uma conversa sobre o futuro. E que esta será muito mais frutífera se houver um diálogo entre a nova e as antigas gerações.

Parte 1

Parte 2

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  1. Comentado por:

    ricardo

    acho que ele quis dizer que o grafite as vezes tem que ser feito as pressas pra não dar tempo da policia chegar no local bem na hora H…
    essa de “locais aonde não são permitidos” eh relativismo puro…
    pra variar…

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  2. Comentado por:

    Vera

    Evitar o choque entre gerações é ótimo, mas só acho o grafite bacana em lugares certos, que não agrida o meio-ambiente, as pessoas e não causem poluição visual. No mais, tudo bem. Creio que se forem bem orientados os jovens poderão produzir obras maravilhosas.

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  3. Comentado por:

    Anderson Benelli

    Para os graffiteiros não existe lugares não permitidos e qualquer lugar é lugar para se fzr um graffite. Nem vem com essa conversa de lei cidade limpa que graffite causa poluição visual, o graffite e a pixação faz parte da cidade e sempre cabe mais um.

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