Blogs e Colunistas

Cuba

23/04/2015

às 11:00 \ Disseram

Impeachment: não basta querer

“O impeachment não pode ser objeto de um desejo. É um processo. Ele existe quando ocorrem certas condições, prescritas pela lei e nas quais os responsáveis incidiram. Isso depende de aprofundar os processos na Justiça.”

Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente da República, dizendo porque não apoia simplesmente os cidadãos que querem “impeachment já” da presidente Dilma

23/04/2015

às 2:00 \ Disseram

E não é que deu certo?

“Era incalculável, imprevisível — mas deu certo”.

D. João de Aviz, cardeal brasileiro e prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, órgão da Cúria Romana, sobre a eleição do papa Francisco.

14/04/2015

às 17:50 \ Política & Cia

ESPECIAL PARA O BLOG — Deputado Jair Bolsonaro, que se desfiliou hoje do PP para poder concorrer à Presidência, explicou ao blog no ano passado sua motivação para ser candidato: “os roubos bilionários dos ‘companheiros’ só não são piores do que o roubo da nossa liberdade que se avizinha”

O deputado Jair Bolsonaro:   (Foto: Gustavo Lima/Agência Câmara)

O deputado Jair Bolsonaro: pior do que os muitos malfeitos do governo petista “é o roubo da nossa liberdade que se avizinha” (Foto: Gustavo Lima/Agência Câmara)

Post publicado originalmente a 8 de maio de 2014

Amigas e amigos do blog, como já fiz anteriormente neste espaço, tendo criticado boa parte das ideias do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) e sua intenção de ser candidato à Presidência da República pelo partido num post, entrei em contato com ele e ofereci espaço no blog para que respondesse às críticas ou explicasse suas razões para a candidatura — o que lhe parecesse melhor.

O deputado Bolsonaro enviou, hoje, o seguinte artigo:

JAIR BOLSONARO: A CARA DA DIREITA

Por Jair Bolsonaro, deputado federal (PP-RJ), capitão R/1 do Exército

Em 2005, embora sem pretensões de ser eleito, me lancei candidato à Presidência da Câmara dos Deputados com a intenção de evitar a eleição do candidato do Governo, o então deputado Luiz Eduardo Greenhalgh (PT-SP).

A imprensa não quis me atribuir os louros da vitória, mas me considerei o grande vencedor.

Nos 10 minutos em que tive direito a usar da palavra mostrei a real face do candidato do governo petista, escalado no passado para impedir o esclarecimento do sequestro, tortura e execução do prefeito de Santo André (SP), Celso Daniel.

Após minha intervenção, foi evidente a mudança de votos de muitos deputados, evitando um mal maior. Severino Cavalcanti foi eleito no 2º turno.

Hoje, a minha visão sobre política é bem definida. Se este governo conseguir mais um mandato, o que de “melhor” nos poderá acontecer será, ainda em 2015, nos transformarmos numa Venezuela e de pior, numa Cuba.

Entretanto, entendo que os desvios bilionários dos “companheiros”, dos malfeitos na Petrobras e na Eletrobras, além de verdadeiro assalto aos Fundos de Pensões, só não são piores do que o roubo da nossa liberdade que se avizinha.

Minha preocupação é fundamentada em fatos históricos, pois não há notícia de qualquer país sob regime socialista/comunista que seu povo tenha razoável nível de desenvolvimento em educação, saúde e renda, ou gozem de qualquer autonomia.

Os livros escolares impostos pelo MEC, com frases e gravuras que pregam ser o capitalismo o inferno e o socialismo o paraíso, estão “envenenando” 30 milhões de crianças do ensino fundamental.

Abominam a propriedade privada, o lucro, o livre comércio e a meritocracia.

Meu nome, sem qualquer dúvida, encarna o sentimento daqueles que não suportam mais:

* o PT e demais partidos de esquerda;

* a desvalorização das Forças Armadas;

* o “politicamente correto”;

* a altíssima carga tributária;

* a política externa aliada com ditaduras;

* o ativismo gay nas escolas;

* o desarmamento dos cidadãos de bem;

Invasão de terras por militantes do MST  (Foto: veja.abril.com.br)

Invasão de terras por militantes do MST: “Meu nome, sem qualquer dúvida, encarna o sentimento daqueles que não suportam mais” essas coisas (Foto: veja.abril.com.br)

* a falta de política de planejamento familiar;

* as invasões do MST;

* a “indústria” de demarcações de terras indígenas;

* a não redução da maioridade penal;

* o não reconhecimento da vital importância dos ruralistas e do agronegócio no desenvolvimento do País;

* a política de destruição de valores morais e familiares nas escolas;

* a ausência da pena de morte, prisão perpétua e trabalhos forçados para presos (ainda que consideradas cláusulas pétreas na Constituição);

* a manutenção do exame de ordem da OAB, nas condições atuais;

* as cotas raciais, que estimulam o ódio entre brasileiros e que, em muitos casos, são injustas entre os próprios cotistas;

* a Comissão Nacional da (in)Verdade, que glorifica terroristas, sequestradores e marginais que tentaram implantar, pelas armas, a ditadura do proletariado em nosso país;

* o Marco Civil da Internet, cuja regulamentação por decreto, inicia a censura virtual;

* o “Foro de São Paulo” onde ditadores e simpatizantes se acoitam por uma hegemonia marxista na América Latina;

* a liberação de recursos pelo BNDES para construir Porto em Cuba e metrô na Venezuela, assim como perdões de dívidas de ditadores africanos;

* as escolas com professores desprovidos de meios para exercerem sua autoridade;

* a ajuda financeira de mais de R$ 1 bilhão por ano à ditadura cubana via contratação de mão de obra escrava pelo programa “mais médicos”;

Dilma Rousseff com o ditador cubano Raúl Castro (Foto: Roberto Stuckert Filho)

Dilma em mais um encontro cordial com o ditador Raúl Castro. O deputado Bolsonaro quer acabar com a “ajuda financeira de mais de R$ 1 bilhão por ano à ditadura cubana”  (Foto: Roberto Stuckert Filho/Presidência da República)

* os programas “Bolsa Família” como curral eleitoral e “Brasil Carinhoso” que estimula a paternidade irresponsável;

* o Ministério da Defesa chefiado por incompetente civil como se não houvesse um oficial-general de quatro estrelas qualificado e confiável para o cargo;

* o Código Penal que não garante punições justas para os criminosos;

* a invasão e ocupação de terras e prédios públicos e privados por movimentos ditos sociais, sem legislação eficaz que puna tais práticas;

* a obstrução de vias públicas e queima de ônibus por qualquer motivação;

* a priorização na política de direitos humanos para criminosos em detrimento das vítimas, dos policiais e dos cidadãos de bem;

* as indicações políticas para cargos da administração pública.

Creio que minha candidatura ao cargo de presidente da República seria o “fiel da balança” para a garantia de um 2º turno, comigo ou entre outros candidatos.

Não há preço que pague um debate meu com Dilma Rousseff, a pseudo torturada, cujo primeiro marido sequestrou um avião e rumou para Cuba com uma centena de reféns e o segundo (marido), que com ela passou a lua de mel assaltando caminhões na Baixada Fluminense.

Afinal, seu passado não pode continuar sendo ocultado da população brasileira, bem como seu desserviço para a democracia.

Se um dia jurei dar minha vida pela Pátria, se preciso fosse, a perda do meu mandato de deputado federal é muito pouco para evitar a “cubanização” do Brasil, fato mais que provável, caso o PT vença mais uma eleição.

Em 23 de abril passado protocolei Ofício junto ao Partido Progressista, colocando-me à disposição para concorrer ao cargo de presidente da República e para que meu nome fosse enviado para os institutos de pesquisa eleitorais, sendo o único candidato que, verdadeiramente, assume de peito aberto uma oposição às políticas do PT.

LEIAM TAMBÉM

BOLSONARO, CANDIDATO A PRESIDENTE? É uma piada, mesmo. PIADA!

CANDIDATURA BOLSONARO à Presidência: Como já informei antes, o PP vai apoiar Dilma. O deputado do Rio não terá legenda para a disputa

 

PP anunciará formalmente apoio a Dilma dia 27. O PTB deve decidir hoje

02/04/2015

às 16:00 \ Política & Cia

VÍDEO: Senador Ronaldo Caiado exige que Itamaraty identifique agentes e espiões cubanos no meio do programa Mais Médicos

O senador Ronaldo Caiado (GO), líder do DEM no Senado, exigiu uma posição do Itamaraty em relação a denúncias de que agentes e espiões cubanos foram infiltrados como médicos no programa Mais Médicos, criado pelo lulopetismo.

O pronunciamento de Caiado ocorreu em audiência pública com o ministro das Relações Exteriores, embaixador Mauro Vieira, na Comissão de Relações Exteriores do Senado.

Durante a audiência, o senador exibiu a reportagem da TV Bandeirantes que mostra o áudio de uma reunião entre a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e Ministério da Saúde na qual foi tratada abertamente qual seria a melhor forma de esconder a entrada de agentes cubanos no Brasil, bem como a intenção de “driblar” o objetivo maior do programa que seria mandar dinheiro para o regime cubano.

Quando Caiado se refere a “senhor presidente” significa, pelo protocolo do Senado, que está fazendo seu pronunciamento dirigindo-se ao presidente da Comissão de Relações Exteriores, senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP).

24/03/2015

às 16:58 \ Política & Cia

PSDB pede ao MP investigação sobre repasses a Cuba

Mozart Sales, então coordenador dos Mais Médicos pelo Ministério da Saúde, Maria Alice Fortunato e Joaquim Molina, chefe da representação da Opas no Brasil (Foto: VEJA.com)

Mozart Sales, então coordenador dos Mais Médicos pelo Ministério da Saúde, Maria Alice Fortunato e Joaquim Molina, chefe da representação da Opas no Brasil (Foto: VEJA.com)

Líder tucano no Senado pediu ao procurador-geral da República que investigue suspeita de improbidade na ação de servidores da Saúde

Por Laryssa Borges, de Brasília, para VEJA.com

O líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), recorreu nesta terça-feira ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para que o Ministério Público abra investigação por suspeitas de improbidade administrativa contra os ex-assessores do Ministério da Saúde Rafael Bonassa, Alberto Kleiman e Maria Alice Fortunato e contra o ex-chefe da Assessoria Jurídica da pasta Jean Uema.

Todos eles atuaram no acordo firmado entre o Ministério da Saúde e a Organização Pan-americana de Saúde (Opas) que permitiu que recursos do programa Mais Médicos favorecessem a ditadura cubana. Para o senador, alguns dos ex-assessores também podem ser investigados por advocacia administrativa, por patrocinar interesses privados valendo-se dos cargos que ocupavam no governo.

Em outubro de 2013, VEJA revelou como a intermediação da Opas serviu para o governo brasileiro ocultar o verdadeiro objetivo do Programa Mais Médicos – arrumar uma maneira de enviar dinheiro a Cuba. Os registros do Ministério da Saúde permitiram descobrir que o chefe da representação da Opas no Brasil, o cubano Joaquim Molina, apresentou a minuta do contrato no dia 17 de dezembro de 2012, seis meses antes de o programa ser anunciado publicamente, em meio aos protestos de 2013.

Na última semana, uma gravação divulgada pelo Jornal da Band confirmou a trama entre o Ministério da Saúde e a Opas e deixou claro como o Brasil lavou as mãos quanto ao confisco, pelo governo cubano, da maior parte do pagamento aos médicos. Entre as irregularidades no acordo de cooperação do programa estão a divisão do salário entre médicos e a inclusão dos termos Mercosul e Unasul nos contratos do Mais Médicos para disfarçar a natureza do programa.

“O objetivo do programa era atender as necessidades financeiras do governo de Cuba. Para tanto, os assessores ministeriais mascararam as reais intenções do acordo, que na prática é bilateral”, diz o senador, no pedido enviado ao Ministério Público. “A gravação demonstra, sem sombra de dúvidas, que os ex-assessores se reuniram com o intuito de mascarar um acordo bilateral entre Brasil e Cuba, em ofensa clara aos princípios da legalidade, honestidade e imparcialidade por parte desses agentes públicos”, completa ele.

Nesta segunda-feira, Cunha Lima e o senador tucano Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) já haviam apresentado um projeto de decreto legislativo para suspender o acordo entre o governo brasileiro e o cubano sobre o programa Mais Médicos.

23/03/2015

às 15:21 \ Política & Cia

MAIS MÉDICOS: Senador Ronaldo Caiado volta a denunciar que principal objetivo do programa é repassar dinheiro a Cuba

22/02/2015

às 0:00 \ Disseram

Visita ao comandante

“Estive em Cuba. Aproveitei que era terça-feira de Carnaval e visitei o comandante Fidel Castro Ruz, que mandou uma saudação a todo o povo da Venezuela.”

Nicolás Maduro, presidente venezuelano, em pronunciamento na quinta-feira (19)

08/02/2015

às 15:00 \ Vasto Mundo

A vida em Cuba: falta de produtos básicos, salários miseráveis, casas apodrecendo — e vigilância constante sobre as pessoas

(Foto: Mises.org.br)

Em Havana, os cidadãos cubanos são observados por câmeras a todo momento para que não façam nada que possa melhorar suas condições de vida. Boa parte das casas está em decomposição, caindo aos pedaços  (Foto: Mises.org.br)

RUM COM COCA-COLA — RELATOS DE UMA VIAGEM A CUBA

Artigo de Paulo Moura*

Em 1924, Trotsky e Stalin divergiram sobre os destinos da Revolução Russa. Trotsky defendia a necessidade de implantar o socialismo em todo o mundo. Stalin defendia a viabilidade do socialismo num só país.

A Rússia vivia as dificuldades dos primeiros anos da revolução. Para estimular a economia, Lenin defendeu “dar um passo atrás para, depois, dar dois passos à frente”. A Nova Política Econômica (NEP) restabeleceu a livre inciativa e a pequena propriedade para estimular o crescimento da economia para, depois, “avançar” com a estatização total.

Com o fim da URSS, que importava açúcar a preços superiores aos de mercado (hoje, Cuba importa açúcar), os cubanos enfrentaram tempos difíceis. O regime rendeu-se à “NEP” de forma envergonhada. Por isso, a escassez reina. Charutos, rum e turismo é o que Cuba vende. E agora, acabou-se o petróleo venezuelano grátis. A esperança vem dos EUA.

O Estado emprega 7 milhões de “oficiales” num país de 11 milhões de habitantes. Mesmo nas empresas mistas (51% do governo e 49% do investidor), os funcionários são públicos. O salário, em pesos, dura uma semana para compras nos armazéns do Estado.

Um cubano precisa de vinte e cinco pesos para comprar um CUC (peso conversível equivalente ao Euro). Os trabalhadores do tabaco recebem parte do salário em folhas de fumo. Fabricam charutos piratas para vender aos turistas alegando serem produto de cooperativas. Agricultores e pescadores desviam produtos para vender em CUCs no mercado paralelo.

Uma obra exequível em um ano de trabalho consome até cinco anos sob essas condições. Todos fazem corpo mole e precisam sair às ruas a partir das 14h para trabalhos autônomos pagos em CUCs, caso contrário falta o que comer. Quem não consegue passa fome e pede comida, roupas e sabonete aos turistas.

Os serviços aos turistas são os mais rentáveis. Ao sair dos hotéis, você é abordado por pessoas que indicam restaurantes. Esse serviço é pago em comida pelos donos dos “paladares” (restaurantes familiares, antes clandestinos e agora legalizados). O nome tem origem numa novela, na qual o personagem de Regina Duarte tinha um restaurante chamado “Paladar”.

Os táxis são “ótimo” negócio. Há táxis “rentados” ao Estado e táxis privados. Quem arrenda o carro paga vinte e sete CUCs por dia ao governo. Mas o governo proíbe o taxista privado de fazer ponto. Se for flagrado (há câmeras por toda Havana) “parqueado” em frente aos hotéis, o taxista paga quinhentos CUCs de multa. “Esses caras dão um passo adiante e dois para trás”, ironizou nosso taxista, lembrando Lenin.

O governo cobra dez por cento ao ano de imposto desses capitalistas. Não há taxímetro ou caixa registradora nos restaurantes, pequenos mercados, bancas de artesanato ou salões de beleza. O leão socialista define uma média do que imagina ser o faturamento do pagador de impostos. Se for “subdeclarante”, o empreendedor cubano conhecerá suas garras. Todos pagam um pouco mais do que a média oficial.

Não se veem cubanos obesos em Havana. O povo está acostumado a comer pouco e a passar muitas horas sem comer. Pagamos almoço a um taxista. Arroz, feijão, salada; peixe, frango ou porco e um refrigerante. Carne de vaca não há. Um legítimo PF por quinze CUCs. “Com essa refeição posso passar três dias sem almoçar”, disse ele.

Nos resorts de Varadero há cubanos “bem nutridos”. Os funcionários fazem as refeições nos hotéis. Maquiagem, roupas e calçados de melhor qualidade doados pelos turistas fazem a diferença visual entre cubanos de Havana e Varadero. Cubanos de Havana não podem se mudar para Varadero para comer e vestir melhor. O governo não deixa. Somente moradores próximos podem trabalhar nos hotéis.

O povo cubano vive amontoado em casas em decomposição. Três gerações sob o mesmo teto. Caminhões pipa abastecem suas caixas d’água. Água também é produto escasso.

Os táxis são inacessíveis para quem não ganha em CUCs. Os cubanos vivem na rua e nas praças e só vão para casa dormir. Caminham muito pela cidade pois o transporte coletivo é precário, escasso e lotado. Em Havana, são ônibus velhos. Fora de Havana, o transporte faz-se em caçambas de caminhões com bancos de madeira e cobertos com lona.

*Paulo Moura, professor universitário, é cientista social, consultor de comunicação e marketing político em campanhas eleitorais e analista político e de pesquisas de opinião e de mercado

(PARA CONTINUAR LENDO, CLIQUEM AQUI)

03/02/2015

às 20:19 \ Vasto Mundo

Fidel Castro mudou de patrocinador

Randy Garcia PerdomoGranma

Após meses sem notícias, o Granma publicou fotos novas do ex-ditador Fidel Castro (Foto: Granma)

Sim, todo mundo já sabe que jornal oficial de Cuba, o Granma, registrou o reaparecimento do eterno Fidel Castro, 88 anos, publicando fotos do velho ditador em sua edição na internet — suas primeiras imagens que vêm a público em seis meses.

As fotos são do dia 23 passado e, por alguma razão, só vieram a público agora. Fidel aparece com Randy Perdomo García, dirigente da Federación Estudiantil Universitaria.

Essa história de dirigentes comunistas sumirem e depois “reaparecerem” por obra e graça da imprensa estatal em geral quer dizer — como queria dizer na ex-URSS e seus ex-satélites — que eles ficaram doentes, algo que jamais é informado à população cubana, como ocorria com os países ex-comunistas.

Não se sabe se Fidel esteve ou não doente. O que parece claro é que ele mudou o patrocinador de seu uniforme de ditador semiaposentado: da alemã Adidas, passou para para a coreana (e ex-italiana) Fila.

29/01/2015

às 6:00 \ Disseram

Diálogo entre inimigos

“Ele é um entusiasta do Obama e acha muito positivo o que vem fazendo. Mas ao mesmo tempo diz que o processo de reaproximação é muito longo, que os EUA precisam tomar medidas concretas, pondo fim ao embargo e retirando Cuba da lista de países terroristas. Fidel ressaltou: ‘Mesmo sendo inimigos, temos que dialogar’.”

Frei Betto, escritor brasileiro, sobre seu encontro com o ex-ditador cubano Fidel Castro, em Havana, na terça-feira (27); segundo ele, Fidel está completamente lúcido aos 88 anos

 

Serviços

 

Assinaturas



Editora Abril Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados