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O sucesso dos minicarros de luxo

Brasileiros gostam de carros grandes. Quando o bolso permite, rapidamente vendem o veículo menor que têm para comprar outro maior, com bancos espaçosos, porta-malas folgado e motor mais potente. Carro pequeno é sinônimo dos modelos mais baratos e populares. Subverter um conceito tão arraigado não é para qualquer um � mas tampouco o são os novos carrinhos circulando no mercado.

O Fiat Cinquecento, o BMW Mini e o Smart, da Mercedes, lançados entre abril e outubro, mal entram na categoria veículo motorizado. No Smart, cabem só duas pessoas. Os preços, em compensação, são de gente grande: entre 57.000 e 130.000 reais. Por que alguém pagaria tanto por tão pouco? Pelos motivos de sempre: esses carros apelam a quem gosta de produtos da moda, com estilo suficiente para virar pescoços na rua e arrancar suspiros de apreciação.

“Assim como há mulheres que pagam 5.000 reais por um par de brincos, há quem desembolse 90.000 por um carro de dois lugares”, diz Marcelo Cioffi, consultor para o setor automotivo da PricewaterhouseCoopers.

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