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Cortina de fumaça: Mark Zuckerberg quer mudar nome da holding Facebook

Sob forte escrutínio do governo americano, a empresa vem sofrendo reveses com perda de público e revelações de ex-funcionários sobre políticas internas

Por Alessandro Giannini Atualizado em 20 out 2021, 11h19 - Publicado em 20 out 2021, 10h47

Sob forte pressão do governo americano, o Facebook vem sofrendo vários reveses recentemente, com a perda de público e revelações de ex-funcionários que expuseram políticas internas duvidosas. Em situações de crise como essa, nada melhor do que um fato novo. E Mark Zuckerberg, o CEO da empresa em pessoa, sabe dessa estratégia como ninguém. Por isso, ele mesmo pretende anunciar a mudança de nome da companhia em um evento marcado para a semana que vem, no dia 28. O nome em si, no entanto, pode ser revelado antes.

A ideia, segundo um relatório que acabou nas mãos da imprensa americana especializada em tecnologia, não é mudar o nome da rede social Facebook. A plataforma, conhecida internamente como “big blue app” (aplicativo azulão, numa tradução livre), permanecerá com a mesma graça que lhe foi atribuída na fundação. O que deve mudar é o nome da holding, que abriga sob sua marca também Instagram, WhatsApp e o aplicativo de realidade virtual Oculus. A ideia é mostrar que a empresa vai além da rede social que a tornou parte da rotina de mais de três bilhões de pessoas no mundo.

O site especializado em tecnologia The Verge, que publicou a notícia, disse que o novo nove deve ser algo em torno da palavra Horizon, horizonte em português, que está sendo aplicada a dois novos produtos da empresa. Há 17 anos, Zuckerberg lançou a sua rede como The Facebook. A maior mudança nessas quase duas décadas foi a queda do artigo “the”. Em uma nota, a empresa disse que não comentaria o que classificou como “boatos ou especulações”.

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