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Solidão aumenta risco de infarto em quase 30%

De acordo com um novo estudo, pessoas solitárias correm mais risco de ter AVC ou ataque cardíaco, em comparação com aquelas que têm fortes relações sociais

Por Da Redação
21 abr 2016, 13h59

Pessoas solitárias correm um risco aumentado de infarto e acidente vascular cerebral (AVC), em comparação com aquelas que têm fortes relações sociais. A descoberta é de um estudo publicado recentemente na revista científica Heart.

Pesquisadores da Universidade de York, na Grã-Bretanha, revisaram 23 estudos já existentes, envolvendo 181.000 pessoas saudáveis. Eles descobriram que a solidão – definida por um sentimento negativo em pessoas que estão infelizes com a falta de relacionamentos – está associada a um aumento de 29% no risco de ataque cardíaco e 32% de AVC. Isso faz com que a solidão seja considerada um fator de risco para doenças cardiovasculares, como a ansiedade e o stress no trabalho.

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Ter amigos faz bem à saúde

“Nosso trabalho sugere a solidão e o isolamento social podem ter um papel importante na prevenção de duas das principais causas de morbidade em países de alta renda. Combater essas condições pode ser uma estratégia de prevenção contra doença cardíaca e acidente vascular cerebral. Os profissionais de saúde têm um papel importante ao conscientizar seus pacientes sobre a importância das relações sociais.”, disse Nicole Valtorta, líder do estudo.

Segundo Nicole, a solidão nos afeta por três caminhos diferentes: comportamental, biológico e psicológico. No que se refere ao fator comportamental, a autora afirma que pessoas isoladas ou sós seriam mais propensas à obesidade, ao sedentarismo, ao fumo e a evitar visitas periódicas aos médicos. Biologicamente, a solidão afeta o sistema imunológico e a resposta do organismo ao stress. Por fim, no quesito psicológico, a solidão está associada a maiores taxas de ansiedade e depressão.

Felizmente, estudos anteriores mostraram que o contrário também é verdade. Ou seja, ter amigos e manter fortes relações sociais faz bem à saúde do coração tanto quanto a prática de exercícios.

(Da redação)

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