Clique e Assine a partir de R$ 19,90/mês

Covid-19: São Paulo reduz a taxa de mortes para o nível de abril

A média móvel de 115,1 registros fatais significa uma queda de quase 30% em relação à última quinzena; Diagnósticos positivos têm período de estabilidade

Por Mariana Rosário, Alexandre Senechal Atualizado em 15 out 2020, 21h20 - Publicado em 15 out 2020, 19h19

Nesta quinta-feira, 15, a média móvel de mortes em São Paulo atingiu patamar semelhante ao que ocorria entre meados de abril, e muito ligeiramente em maio. Trata-se de 115,1 registros fatais. Para se ter uma ideia, o pico de notificações foi atingido no dia 4 de agosto, quando a média móvel de óbitos chegava a 289,4 registros.

Comparando com os dados do último dia 1º — ou seja, considerando os últimos 14 dias — o estado encontra-se em tendência de queda. Neste período há uma retração de 28,5%, superior aos 15% de variação que os epidemiologistas consideram em um patamar de estabilidade.

Em relação aos casos, a tendência é de estabilidade, já que a variação foi menor do que 15%. A média móvel registrada nessa quinta-feira foi de 4.172,7. Em comparação com o último dia 1º, a retração foi de 12,8%. Desde o final de setembro, estas notificações estão dentro do intervalo de 4.000 registros, mas nos últimos dias, aproximou-se lentamente do liminar inferior a esta marca.

LEIA TAMBÉM

A misteriosa complicação do coronavírus em algumas crianças

Desde a última sexta, 76% da população do estado pode companhar uma esperançosa retomada da vida cultural com museus, cinemas, bibliotecas e outros equipamentos do tipo recebendo aval do governo para erguer as portas pela primeira vez desde março, dentro do chamado Plano São Paulo. Trata-se de um fruto positivo da retração dos indicadores epidemiológicos nos últimos tempos. A título de comparação, no mês de maio, a ocupação dos leitos de UTI na Região Metropolitana chegava a preocupantes 92%. Nesta quinta-feira, a taxa estava em cerca de 41%.

Estes cálculos de médias móveis realizados por VEJA consideram os registros absolutos dos últimos sete dias, somados e, na sequência, divididos por 7. Deste modo é possível ter um retrato mais homogêneo do avanço da doença, pois anula-se os atrasos de notificações aos feriados e finais de semana.

Continua após a publicidade


Publicidade

Essa é uma matéria exclusiva para assinantes. Se já é assinante, entre aqui. Assine para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Essa é uma matéria fechada para assinantes e não identificamos permissão de acesso na sua conta. Para tentar entrar com outro usuário, clique aqui ou adquira uma assinatura na oferta abaixo

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique. Assine VEJA.

Impressa + Digital

Plano completo da VEJA! Acesso ilimitado aos conteúdos exclusivos em todos formatos: revista impressa, site com notícias 24h e revista digital no app, para celular e tablet.

Colunistas que refletem o jornalismo sério e de qualidade do time VEJA.

Receba semanalmente VEJA impressa mais Acesso imediato às edições digitais no App.

a partir de R$ 39,90/mês

Digital

Plano ilimitado para você que gosta de acompanhar diariamente os conteúdos exclusivos de VEJA no site, com notícias 24h e ter acesso a edição digital no app, para celular e tablet.

Colunistas que refletem o jornalismo sério e de qualidade do time VEJA.

Edições da Veja liberadas no App de maneira imediata.

a partir de R$ 19,90/mês