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Covid-19: Pazuello diz que no máximo três vacinas serão viáveis ao Brasil

Volume de produção seria o maior desafio em relação às fabricantes; país tem 140 millhões de doses negociadas para o primeiro semestre de 2021

Por Mariana Rosário Atualizado em 2 dez 2020, 12h43 - Publicado em 2 dez 2020, 12h10

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou na manhã de quarta-feira, 2, que o Brasil deverá ter no máximo três opções de vacinas disponíveis para Covid-19. Ele disse que são “um, dois, ou três” laboratórios que produzem antígenos que são compatíveis com as necessidades brasileiras, considerando cronograma de entregas e quantidades suficientes.

“Queria deixar uma coisa clara, ficou muito óbvio que são muito poucas as fabricantes que têm a quantidade e o cronograma de entrega efetivos para o nosso país. Quando a gente chega ao final das negociações e vai para cronograma de entrega, fabricação, os números são pífios”, afirmou em uma audiência pública sobre testes do novo coronavírus que estão próximos da validade. “Números de grande quantidade realmente se reduzem a uma, duas ou três ideias, a maioria fica com números muito pequenos para o nosso país.”

Ele afirmou que o ministério aposta na “excelência da vacina” e que haverá uma grande campanha de conscientização aos brasileiros. O ministério defenderá que a imunização não seja obrigatória, pois a “procura será muito grande”, segundo Pazuello. De acordo com a fala do ministro, o esperado plano de vacinação, só será lançado diante da aprovação de um antígeno. A pasta da Saúde diz ter garantido 140 milhões de doses no primeiro semestre de 2021.

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