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Veja Essa: Anderson Cooper, Bolsonaro e Steve Bannon

As frases da semana

Por Lizia Bydlowski Atualizado em 12 nov 2020, 21h07 - Publicado em 13 nov 2020, 06h00

“Uma tartaruga obesa, deitada de costas com as pernas se agitando sob o sol quente, percebendo que seu tempo acabou.”
ANDERSON COOPER, apresentador estrela da CNN, descrevendo Donald Trump em transmissão ao vivo. Depois, disse estar arrependido

“Tem de deixar de ser um país de maricas, pô.”
JAIR BOLSONARO, presidente muito macho, ensinando que proteção contra a Covid-19 não passa de mi-mi-mi de indivíduos efeminados (leia na Carta ao Leitor)

“Caraca. Tu viu alguma parte do Jornal Hoje? (…) Agora deu ruim.”
LUIZA SOUZA PAES, laranja confessa do gabinete de Flávio Bolsonaro quando ele era deputado estadual, em mensagem ao pai sobre a exposição de Fabrício Queiroz

“Eu voltaria aos velhos tempos dos Tudor, na Inglaterra. Poria as cabeças em estacas, certo? E colocaria uma estaca de cada lado da Casa Branca, como aviso aos burocratas federais.”
STEVE BANNON, expoente da extrema direita americana que já assessorou Donald Trump, sugerindo no Twitter a decapitação de servidores que contrariam a Casa Branca. A conta dele foi banida para sempre.

“O que temos de fazer é nunca mais pronunciar as palavras socialismo e socialista.”
ABIGAIL SPANBERGER, deputada democrata americana, pondo na conta da esquerda do partido as perdas na Câmara e os resultados piores que o esperado no Senado

“Decidimos renunciar porque (…) nossos colegas foram destituídos, em uma manobra cruel do governo central.”
WU CHI-WAI, da ala pró-democracia do Conselho Legislativo de Hong Kong, anunciando a renúncia coletiva de quinze legisladores. Os outros quatro membros do grupo foram cassados com base na rígida lei de segurança baixada por Pequim

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“Temos planos. Ainda vai demorar um pouco.”
JACINDA ARDERN, a admirada primeira-ministra da Nova Zelândia, dizendo — mais ou menos — que vai marcar a data do casamento com o apresentador de TV Clarke Gayford, com quem tem uma filha de 2 anos

“Acho que nunca fiquei tão feliz de perder um emprego.”
ALEC BALDWIN, ator que nos últimos quatro anos interpretou o presidente Donald Trump no programa humorístico Saturday Night Live

Reprodução/Instagram

“Tendo sido criada em uma família que usa armas, aprendi desde cedo a carregar e atirar com segurança. Acho que todo mundo deveria aprender isso.”
ASYA BRANCH, a nova miss Estados Unidos, que é a favor do livre comércio e porte de armamentos

“O YouTube é a babá mais popular do mundo.”
EYAL BAUMEL, CEO da Yoola, empresa especializada em produzir celebridades digitais, que agencia várias animadoras de programas infantis na plataforma

“Lockdown. (…) Não é para celebrar, mas para resumir o que foi 2020 para quase todo o planeta.”
HELEN NEWSTEAD, consultora de conteúdo do Dicionário Collins, explicando por que o termo em inglês, usado para a versão mais extrema da quarentena, foi escolhido como a “palavra do ano” pela publicação

“Ele foi um estadista negligente. (…) Mas, em relação ao incêndio, não fez nada de errado.”
ANTHONY BARRETT, professor da Universidade de British Columbia, no Canadá, desmentindo que Nero tenha tocado fogo em Roma. A “lenda” seria intriga dos imperadores que lhe sucederam

Publicado em VEJA de 18 de novembro de 2020, edição nº 2713

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