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Veja Essa

As frases que marcaram a semana

“Se o filme for bom, certamente merecerá um Emmy, mas não um Oscar.”

Steven Spielberg, ao defender a decisão dos organizadores do Festival de Cannes de tirar da competição as produções feitas por serviços de streaming, como a Netflix, que passam diretamente na televisão

“Netflix não pode fazer campanha política. Vou falar para as lideranças políticas que eu encontrar. A direção da Netflix não está sabendo onde se meteu. Não vejo por que uma estrutura como aquela dar margem para isso.”

Dilma Rousseff, em entrevista coletiva, reclamando da série 'O Mecanismo', de José Padilha, que, segundo ela, divulga “notícias mentirosas”, torcendo a realidade

“Essa discussão é como se o sujeito entrasse na sua casa, estuprasse sua esposa, amarrasse seu filho, roubasse um isqueiro. A esquerda quer discutir o isqueiro, porque, se ela olhar para o macro, para o que aconteceu, não vai ter o que falar.”

José Padilha, respondendo a Dilma

“Você está louca, querida.”

Resposta da própria Netflix, em postagem no Twitter, endereçada a Flávio Bolsonaro, filho de Jair, que sugeria a realização de um seriado sobre “os Bolsonaros”

“Não tem fantasminha.”

Tite, tentando fazer o Brasil esquecer o imenso ectoplasma do 7 a 1 alemão na Copa de 2014. Na terça 27, a seleção ganhou da Alemanha por 1 a 0, em Berlim. Mas o fantasma continua a pairar

“Você precisa ver nossos closets. Parece que ele gosta mais de moda do que eu. Acho que, em um ano, mudou mais de penteado do que eu a vida inteira.”

Gisele Bündchen, revelando à revista de estilo do 'Wall Street Journal' que o marido, Tom Brady, é o fashionista da família

“Historicamente a gente veio da costela de Adão, mas a costela protege os órgãos, a costela sustenta. Então é uma função que não desmerece a gente. Muito pelo contrário, coloca a gente numa condição de quem suporta e apoia. A gente não é mais sensível? Os hormônios não fazem a gente ficar mais sensível? Os homens não têm TPM…”

Claudia Leitte, numa histórica discussão sobre mercado de trabalho, no programa 'Encontro com Fátima Bernardes'
Papa Francisco

Papa Francisco (Alessandra Tarantino/AP)

“O papa afirmou que as almas ruins não estão sujeitas a um castigo real. Elas recebem o perdão de Deus, enquanto aquelas que não podem ser perdoadas estão destinadas a desaparecer. O inferno, em suma, não existiria. O que é certo, para o pontífice, é o desaparecimento de almas pecaminosas.”

EUGÊNIO SCALFARI, fundador do jornal italiano 'La Repubblica', ao relatar conversa com o PAPA FRANCISCO. Espalhada pelo mundo de modo resumido — “o inferno não existe!” —, a frase provocou indignação. O Vaticano disse que “a fala não pode ser considerada como transcrição fiel das palavras do Santo Padre”

“O assassinato de Marielle mostra o declínio da democracia brasileira.”

Bill de Blasio, prefeito de Nova York, no Twitter

Publicado em VEJA de 4 de abril de 2018, edição nº 2576