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Quatro loucuras protagonizadas pelos aventureiros modernos

Eles fazem de tudo para chamar atenção, desde subir em pirâmide do Egito até saltar da sacada de apartamento

– Sobre o Canal da Mancha
Franky Zapata já foi campeão mundial de jet ski e, em 2016, inventou o flyboard, uma espécie de prancha voadora. Como forma de mostrar sua criação ao mundo, o francês de 40 anos tentou atravessar o Canal da Mancha em julho. Nessa primeira tentativa, acabou caindo na água por causa de uma falha no abastecimento de combustível. Já o segundo teste (foto), realizado no início de agosto, foi um sucesso: ele conseguiu viajar pelos ares da França ao Reino Unido em pouco mais de vinte minutos.

– Escalada urbana
No mês passado, George King, de 19 anos, chamou atenção por escalar sem equipamentos de segurança o The Shard, o maior arranha-céu do Reino Unido. Durante a subida no prédio de mais de 300 metros de altura em forma de pirâmide, chegou a ter problemas com a aderência dos painéis de vidro e quase caiu, mas completou o percurso em 45 minutos.

– No topo da pirâmide
Andrej Ciesielski é conhecido por postar retratos e vídeos em locais inusitados. Em 2016, durante uma viagem ao Egito, o alemão subiu a Pirâmide de Gizé, uma das sete maravilhas do mundo. A bem-sucedida escalada de 146 metros terminou em encrenca diplomática: o aventureiro não tinha licença do governo local para realizar o feito e acabou banido do país.

– Em queda livre
Em 2017, um vídeo postado no Facebook obteve mais de 5 milhões de visualizações — e deixou muitos usuários da rede social se questionando sobre a sanidade de Aluisio Paes de Barros Filho. O base-jumper de Ribeirão Preto, no interior paulista, saltou da sacada do seu apartamento, localizado no 27º andar de um edifício na cidade, e acionou um paraquedas a poucos segundos de atingir o solo.

Publicado em VEJA de 14 de agosto de 2019, edição nº 2647