Clique e assine com até 92% de desconto

Leitor

"Revista VEJA, cinquenta anos de jornalismo útil, confiável e transparente." Renato Mendes Prestes, Águas Claras, DF

Por Da Redação Atualizado em 30 jul 2020, 20h08 - Publicado em 28 set 2018, 08h00

Assuntos mais comentados

  • VEJA 50 Anos
  • Bolsonaro e Haddad (“A disputa radical”)
  • O ditador da Guiné
  • “Ameaça ao Tucanistão”
  • “A divisão do centro” (eleições)

 


VEJA 50 ANOS

VEJA visitou, viu e mostrou o mundo a nós, seus leitores, com olhos de quem sabe ver. Revejo agora como vimos o mundo e o Brasil pelo olhar da revista. Suas páginas foram nossos óculos e oráculos da história. Páginas de nossa vida, semanalmente narradas, como um pai que conta histórias a seus filhos encantados. Obrigado, VEJA (“50 ideias para 50 anos”, 26 de setembro).
Paulo Sérgio Arisi
Porto Alegre, RS

Entre as fascinantes imagens que VEJA Especial 50 Anos oferece, destaco a da página 142: o cérebro. É uma representação impactante, bela e misteriosa. Homenageio, com essa fantástica imagem digital, os cinquenta anos de VEJA, pela cerebral missão jornalística até então realizada.
Jacyra Vargas Superti
Santa Maria, RS

Eu e meu marido nos casamos em fevereiro de 1968, quando VEJA ainda estava sendo “gestada”. Essa foi a primeira revista que assinamos. Meu marido faleceu em 2014 e eu mantive a assinatura, pois não poderia abrir mão desse importante veículo de comunicação. Nossos filhos cresceram, casaram-se e, a exemplo do que viram, leram e viveram, hoje são também assinantes. Que VEJA continue a nos brindar com notícias e crônicas que há cinco décadas nos fazem mais bem informados. Parabéns a todos: do editor ao entregador.
Marlene Tomazzetti Urroz
Brasília, DF

Revista VEJA, cinquenta anos de jornalismo útil, confiável e transparente. Cinco décadas resistindo a todos os tipos de pressão. Uma ferramenta necessária e de vital importância para o estado democrático de direito.
Renato Mendes Prestes
Águas Claras, DF

Parabéns pelos cinquenta anos desta revista que assino desde 2008, presente de 30 anos que ganhei da minha irmã Simone. Desejo a VEJA mais 1 000 anos.
André Amaral Floriano
São Paulo, SP

A publicação de uma revista semanal por cinquenta anos por certo merece muitas reflexões. É a confirmação de que precisamos efetivamente ler, discutir, debater opiniões conflitantes. Parabéns de um leitor que diverge de algumas posições, mas as respeita.
Uriel Villas Boas
Santos, SP

A edição comemorativa dos cinquenta anos de VEJA está luxuosa, com destaque para o Brasil de 1968 e o Brasil de 2018. Nesses cinquenta anos, VEJA nos presenteou com um panorama político, cultural e científico pelo qual caminhamos. Essa edição preciosa é para ser guardada para a eternidade.
Ruvin Ber José Singal
São Paulo, SP

Parabéns pelo excelente artigo de Henry Kissinger na edição especial VEJA 50 Anos (“Adeus ao Iluminismo”, 26 de setembro). A excitante e desejada inteligência artificial, trazida pelo ser humano (egoísta e mentiroso), será o maior desafio para a humanidade.
Francesco D’Andrea
Recife, PE

Continua após a publicidade

ELEIÇÕES

Segundo o TSE, o número de eleitores no Brasil é de 147 302 354 cidadãos. Portanto o meu voto corresponde a 6,8 milionésimos do universo votante, quase nada. Não vale praticamente nada do ponto de vista da alteração do resultado do pleito, porém vale muito para minha consciência, motivo pelo qual não usarei o voto útil. Ao menos estarei em paz comigo mesmo (“A divisão do centro”, 26 de setembro).
Mário Negrão Borgonovi
Rio de Janeiro, RJ

Geraldo Alckmin, do PSDB, age tal como um tucano turbado que, excluído da final do torneio de xadrez, espalha as peças, provocando confusão.

Túllio Marco Soares Carvalho, Belo Horizonte, MG

BOLSONARO E HADDAD

Ao ver o poste do Lula subir nas pesquisas, a conclusão que tenho é a seguinte: trata-se da demonstração ao mundo de que “o crime compensa”. Mas isso não é de espantar; afinal de contas, lá atrás, o povo preferiu Barrabás a Jesus Cristo (“A disputa radical”, 26 de setembro).
Lourival B. Oliveira
Sumaré, SP

Lula é um presidiário, mas na realidade o ex-presidente manda e desmanda nos políticos da esquerda brasileira. A situação é absolutamente anormal. Parece que a Justiça está de joelhos diante dessa situação, e os advogados do detento mais famoso do Brasil conseguem encontrar brechas e mais brechas no Código Penal Brasileiro. Honorários milionários à parte, as visitas à carceragem da Polícia Federal em Curitiba não param nunca. Frequentemente, Lula recebe e envia mensagens por meio de seus convidados, com o planejamento detalhado de cada passo da campanha eleitoral para a Presidência. Como é bizarra a campanha do PT.
José Carlos Saraiva da Costa
Belo Horizonte, MG

 


DITADOR DA GUINÉ

O vice-presidente da Guiné Equatorial é amigo de políticos influentes do Brasil e de empresários envolvidos na Lava-Jato. Ditador em seu país, vive de forma milionária, enquanto 44% da população que representa vive abaixo da linha da pobreza. Tem muitos bens nos EUA, Holanda e Suíça, e suas aquisições estão sob investigação quanto à legalidade. É o tipo de pessoa que nossos representantes não deveriam querer como amigo (“Acabou a farra do ditador”, 26 de setembro).
Mônica Delfraro David
Campinas, SP


JOSÉ ÁLVARO MOISÉS

Sobre a entrevista com o cientista político (“Retrocesso à vista”, 19 de setembro), acho que não adianta blá-blá-blá. A democracia brasileira paga um alto preço pela irresponsabilidade de sucessivos governos corruptos, descompromissados com a população. A sociedade está cansada e desiludida. O povo está sentindo que insistir nesse modelo de governabilidade não funciona. Cada vez mais se aprofunda o abismo das desigualdades. Com certeza, estamos caminhando para uma radicalização.
Dario Catunda Sampaio
Brasília, DF


O PARKINSON DE BENTO XVI

Oportuna e comovente a reportagem “O martírio de Bento XVI” (19 de setembro). Joseph Ratzinger continuou a obra de João Paulo II na administração da Igreja Católica, com sabedoria e equilíbrio. Quando subiu os degraus da catedral de Colônia, os fiéis alemães o saudaram com distintivos “Wir sind Papst!” (“Nós somos o papa”). Sua renúncia foi um gesto de honra e santidade, e sua vida já foi objeto de publicação, através de uma entrevista ao jornalista Peter Seewald, sob o título “O último testamento”.
Antonio Luis Amadesi Gomes
Jundiaí, SP


ENSINO

Não há como discordar do texto de Maílson da Nóbrega (“O fracasso na educação”, 19 de setembro). As escolhas erradas explicam o atual estado da educação brasileira.
Oscar Hipólito
São Paulo, SP

 

Publicado em VEJA de 3 de outubro de 2018, edição nº 2602

Continua após a publicidade
Publicidade