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Leitor

"Viva Danuza! Sem hipocrisia, sem meias palavras, sem o inferno do 'politicamente correto'", escreveu Adriana Saade, de São Paulo, SP

Assuntos mais comentados

  • Danuza Leão (Entrevista)
  • O julgamento de Lula no TRF4 (capa)
  • O artigo “Quem quer Lula”, de J.R. Guzzo
  • Cinco anos de impunidade na tragédia da boate Kiss
  • “A Justiça tem cor?” (Página Aberta), de Mylene Pereira Ramos

Julgamento de Lula

Não só Lula, mas toda a nação brasileira está condenada ao abismo, diante da incompetência e da corrupção que se alastra cada vez mais nesta corroída administração pública (“Três homens e um destino”, 24 de janeiro). Acorda, Brasil!
Mauro Asperti
São Paulo, SP

Lula e o PT se consideram acima da lei e de todos os brasileiros. Respeitem o Brasil! Suas falsidades e mentiras não enganam mais ninguém.
Flavio Augusto de Mello
Goiânia (GO), via smartphone

Esperem e verão: se houver mortes pela condenação de Lula, só serão dos membros da manada e dos que eles matarem. Os mentores da desordem não são trouxas nem heróis (“Baixarias no final”, 24 de janeiro).
Eugênio Banús
Santo André, SP


J.R. Guzzo

Excelente a visão do colunista J.R. Guzzo. Ele foi claro, lógico, sensato e imparcial ao fazer uma síntese da trajetória de Lula no artigo “Quem quer Lula” (24 de janeiro). Inteligentemente, Guzzo mostrou que Lula manipula e engana os trabalhadores como se fosse trabalhador, mas vive à custa das elites que finge combater. No fim do texto concluiu que são exatamente as elites que o sustentam e o querem. Nós também queremos Lula “na prisão”.
Roberto Mendes da Silva
Cuiabá, MT

Guzzo traçou o retrato definitivo do personagem Luiz Inácio Lula da Silva e do que ele realmente representa no panorama político do Brasil.
Luís Roberto N. Ferreira
Santos, SP

A abordagem de J.R. Guzzo sobre Lula mostra que o país que trabalha com honestidade e que deseja um futuro diferente do caos moral ampliado pelo PT e seus aliados, e diferente do caos social e humanitário que vive a Venezuela hoje, não quer esse cidadão novamente na cadeira presidencial. Somente os personagens mencionados por Guzzo e os que receberam milhões do governo petista, sem nenhuma contrapartida, como o MST e outros similares, sonham com o retorno desse indivíduo, o qual esperamos que seja punido por seus crimes.
Juarez Barbosa Filho
Goiânia, GO


Danuza Leão

Precavida – Diz a colunista Danuza Leão, aos 84 anos: “Não corro riscos… Se você bobear com um homem, será levada a situações desagradáveis”

Precavida – Diz a colunista Danuza Leão, aos 84 anos: “Não corro riscos… Se você bobear com um homem, será levada a situações desagradáveis” (Leo Martins/Agência O Globo)

Viva Danuza! Sem hipocrisia, sem meias palavras, sem o inferno do “politicamente correto” (“Dizer ‘não’ é fácil”, Entrevista, 24 de janeiro)! O mundo está muito chato, e é um alívio quando alguém escreve exatamente o que você também queria dizer. Atire a primeira pedra quem não gosta de um “fiu-fiu” elegante e respeitoso. Assédios são outros quinhentos. Te amo, Danuza!
Adriana Saade
São Paulo, SP

Sensacional a entrevista com Danuza Leão, senhora que conhece o mundo muito mais que Catherine ou Oprah.
Conde Chiquinho Scarpa
São Paulo, SP

Na entrevista a VEJA, Danuza foi simples, objetiva e mostrou classe, principalmente. Vivam as mulheres inteligentes!
Luciano Alves de Oliveira
Vitória (ES), via tablet

Ao comentar a “neurose” do assédio sexual, Danuza vai direto ao ponto. Fala com clareza, sem rodeios.
Honorio Lopes
São Paulo, SP

Inteligentes, lúcidas e sensatas as considerações de Danuza sobre assédio. Seus netos “mal-educados” deveriam ouvir menos os “amigos” e mais a sabedoria da avó.
Juarez Barbosa Filho
Goiânia, GO

Essa senhora ainda vive no passado arcaico em que a mulher precisava de “cantada” para se sentir “bem”. Hoje em dia, a mulher já aprendeu a se sentir feliz sem necessariamente precisar envolver sua sexualidade, homem ou “paquera”.
Medina Goris
Extrema (MG), via tablet

Senti vergonha por Danuza Leão: quanta bobagem ela disse, quanto desconhecimento e quanta falta de discernimento sobre as mulheres! Seria melhor para o planeta — e, principalmente, para as mulheres — que ela ficasse quieta e fosse aprender a fazer tricô.
Therezinha Lima e Oliveira
São José dos Campos (SP), via smartphone


A tragédia da boate Kiss

Que texto sensível o da reportagem “As marcas da impunidade” (24 de janeiro)! Ao ler os depoimentos de sobreviventes e de parentes que perderam seus familiares no incêndio da boate Kiss, em Santa Maria (RS), em janeiro de 2013, eu me senti tocado e me emocionei. Moro em Quixadá, no Ceará, não perdi nenhum parente nessa tragédia e ainda não fui à cidade em que o fato aconteceu, mas pude sentir, através da matéria, a dor, a saudade, o desejo de justiça dos pais, dos parentes daqueles que tiveram a vida finalizada bem antes do tempo. Trata-se de mortes que impactaram negativamente e para sempre a vida de centenas de pessoas. A justiça mais do que nunca deve acontecer; ela não trará de volta os que morreram, mas pelo menos atenuará a dor dos que ficaram.
Joel Soares de Oliveira
Quixadá (CE), via tablet

O país da impunidade arrogante e do desmando desenfreado coleciona histórias em que a vida humana é banalizada. Brasileiros simples choram suas perdas irreparáveis — como buracos abertos no peito que nada preenche —, à espera de uma Justiça que dorme um sono indolente, insensível à dor maior desses corações deserdados.
Luis Mário de A. Moura
Uberlândia, MG


Página Aberta

No artigo “A Justiça tem cor?” (Página Aberta, 24 de janeiro), a juíza do Trabalho e mestre em direito Mylene Pereira Ramos deseja não só defender como ampliar cotas raciais em cargos públicos de carreiras jurídicas. Ora, a desigualdade socioeconômica deve ser combatida com investimento maciço no ensino fundamental e médio, e não remediada com cotas. Transpondo isso para uma instituição nacional — a seleção de futebol —, poderia escrever: “Nós, brancos, somos apenas 27% do time titular de Tite e 50% da população. Sinto-me mal, pois esse time não representa a diversidade de nosso país!”.
Julio Pereira Lima
Porto Alegre, RS

Publicado em VEJA de 31 de janeiro de 2018, edição nº 2567