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4 personalidades que tomaram chá de sumiço das redes sociais

Por que Monica Iozzi, Rachel Sheherazade, Alexandre Frota e o padre Fábio deram um tempo nas interações

Por Da Redação Atualizado em 16 ago 2019, 14h50 - Publicado em 16 ago 2019, 06h45

– Padre Fábio de Melo (foto)
“Este lugar deixou de ser saudável pra mim”, justificou o padre, referindo-se ao fim de sua presença no Twitter, comunicada no último dia 9. Ele resolveu deletar a conta após a polêmica provocada por sua crítica à “saidinha” de Dia dos Pais que liberou Alexandre Nardoni, condenado pela morte da filha em 2008, para curtir a data fora da cadeia. “Não entendo de leis, mas a ‘saidinha’ deveria ser permitida somente no dia de finados. Para que visitassem os túmulos dos que eles mataram”, postou o religioso na ocasião.

- Alexandre Frota
No início de agosto, o deputado federal apagou as contas do Facebook, Twitter e Instagram, incomodado com os posts de seguidores que o atormentaram após as críticas que ele havia feito a Jair Bolsonaro. No último dia 13, Frota acabou expulso do PSL, o partido do presidente, pelo mesmo motivo: sua opinião negativa a respeito do governo.

- Rachel Sheherazade
A exemplo de Alexandre Frota, a jornalista faz críticas frequentes a Bolsonaro e decidiu deletar a sua conta do Twitter devido à quantidade de comentários negativos e ameaças que vinha recebendo de apoiadores do presidente. Em seu Facebook, Sheherazade pronunciou-se postando a imagem de uma boca fechada com a frase “Afasta de mim esse: — Cale-se!”, numa alusão à música de Chico Buarque sobre a censura na ditadura.

- Monica Iozzi
Em 2017, a atriz e apresentadora já havia deletado seu Twitter. Mais recentemente, resolveu deixar também o Facebook. “Quero interagir diretamente com as pessoas”, justificou. Ela mantém ainda o perfil no Instagram, onde tem quase 4 milhões de seguidores.

Publicado em VEJA de 21 de agosto de 2019, edição nº 2648

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