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Veja Essa: Vitor Belfort, Bolsonaro e Paulo Guedes

As frases que marcaram a semana

Por Lizia Bydlowski Atualizado em 17 set 2021, 16h28 - Publicado em 17 set 2021, 06h00

“No Brasil e nos Estados Unidos só se fala de política, ninguém aguenta mais.”
VITOR BELFORT, lutador brasileiro aposentado, reclamando a VEJA da pouca repercussão de sua vitória sobre o veterano campeão Evander Holyfield, catorze anos mais velho, em luta-show na Flórida

“Esse prêmio é um reconhecimento a todos vocês pela colaboração com o governo e com o Brasil.”
JAIR BOLSONARO, presidente, sobre o prêmio Marechal Rondon de Comunicações, com que agraciou a si mesmo, a mulher, Michelle, o filho Flávio e mais doze ministros, entre outras pessoas

“O pau está comendo, as instituições estão evoluindo.”
PAULO GUEDES, ministro da Economia, que admite que o “barulho” da política atrapalha os projetos econômicos, mas acha que ele faz parte da democracia

“Podemos estar diante de um comportamento de fera ferida, de fera acuada. E isso é sempre um perigo.”
ARMÍNIO FRAGA, ex-presidente do Banco Central, preocupado com os desdobramentos dos baixos índices de aprovação do governo

“Dissemos sim à ciência. Dissemos sim às vacinas. Dissemos sim ao fim da pandemia.”
GAVIN NEWSOM, governador democrata da Califórnia, ao vencer por larga margem um referendo apoiado por republicanos com o objetivo de removê-lo do cargo

“As coisas podem parecer descontroladas, mas essa é a natureza da democracia. Estamos 100% no controle. Está tudo bem.”
MARK MILLEY, chefe do Estado-Maior militar de Donald Trump, tranquilizando seu colega chinês, general Li, em meio a rumores de que os Estados Unidos iam atacar a China e recorrer ao arsenal nuclear. O relato está em trechos já divulgados do livro Perigo, dos jornalistas Bob Woodward e Robert Costa, sobre os últimos dias do governo trumpista

“O único crime que cometi foi ser idiota e me unir ao EI.”
SHAMIMA BEGUM, a jovem britânica que fugiu aos 15 anos, uniu-se a um radical do Estado Islâmico, teve três filhos (que morreram) e, refugiada na Síria, quer voltar a Londres. Ela teve a cidadania britânica revogada e “implora” para que a decisão seja revista

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BRUNA LINZMEYER
BRUNA LINZMEYER – @brunalinzmeyer/Instagram

“Ser sapatão é um pertencimento emocional, um lugar no mundo.”
BRUNA LINZMEYER, atriz e ativista da causa LGBTQIA+

“No dia em que o povo da República Popular Democrática da Coreia do Norte comemora seu dia nacional, envio meus melhores votos para o futuro.”
RAINHA ELIZABETH, em mensagem singular ao ditador Kim Jong-un — lida na íntegra, em tom de orgulho, na TV estatal. Primeiro se achou que era invenção, mas um porta-voz do Palácio de Buckingham confirmou a veracidade do texto

“Muitos ao meu redor eram gays e me sentia careta.”
THEO BECKER, ator, revelando que há dez anos “tentou” ter relacionamentos homossexuais, sem sucesso

“Não sei mais o que eu faço com essa camisa para a galera respeitar o Neymar.”
NEYMAR, atacante magoado, após vitória da seleção sobre o Peru, jogo em que se destacou, mas continuou a ouvir críticas

“Eu pego pesado comigo. Nunca joguei videogame no easy.”
TIAGO LEIFERT, apresentador-estrela da Globo, que decidiu não renovar o contrato e pensa em voltar a estudar

“Minha dança com a Covid fez meu câncer parecer uma valsinha.”
JEFF BRIDGES, ator de 71 anos, ao revelar que teve a doença em janeiro, quando fazia quimioterapia por causa de um linfoma. Ele está bem, após meses de tratamento

Publicado em VEJA de 22 de setembro de 2021, edição nº 2756

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