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Girão diz que requerimentos antigos inviabilizam instalação da CPI do MEC

Senador recorreu ao presidente do Congresso pedindo para que seja respeitada a ordem dos pedidos

Por Leonardo Caldas Atualizado em 28 jun 2022, 19h49 - Publicado em 28 jun 2022, 19h24

O pedido de criação da CPI do MEC, protocolado nesta terça-feira, 28, pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP),  não deve ter prosseguimento. Pelo menos é nisso que apostam os líderes do governo. Para os senadores Carlos Portinho (PL-RJ), Plínio Valério (PSDB-AM) e Eduardo Girão (Podemos-CE), da base governista, a CPI do MEC deve obedecer à ordem cronológica dos requerimentos. Em outras palavras, há uma fila de CPIs que devem ser instaladas antes dela.

O senador Girão, por exemplo, apresentou em abril o requerimento para a abertura da CPI do Crime Organizado. “A morte de Dom e de Bruno fortalecem o meu pedido. Não é uma questão política como essa outra que não tem o menor cabimento”, afirma o congressista. “Espero que o presidente Rodrigo Pacheco tenha sabedoria e não entre nessa politicagem”, acrescenta.

Para que a comissão inicie os trabalhos, é necessário que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), faça a leitura do documento em plenário.

Aguardam uma decisão da presidência do Congresso os requerimentos de criação da CPI das Obras Inacabadas, a CPI do Desmatamento Ilegal na Amazônia e a CPI das Queimadas e Desmatamento na Amazônia Legal.

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