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Em São Paulo, 2,1 milhões enfrentam racionamento oficial

Cortes em dezoito cidades variam entre 4 horas e 1 dia, segundo levantamento de jornal. Governo descarta medida na região abastecida pelo Cantareira

Por Da Redação 11 ago 2014, 08h17

Pelo menos 2,1 milhões de pessoas em São Paulo já enfrentam racionamento oficial de água, segundo levantamento do jornal Folha de S. Paulo. O número equivale a 1 em cada 20 habitantes do Estado. Ao todo, dezoito cidades adotaram o rodízio oficialmente, e outras sete chegaram a fazê-lo, mas já retomaram o fornecimento normal.

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O levantamento do jornal se deu entre todas as cidades paulistas com mais de 100.000 habitantes não abastecidas pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), e entre municípios menores que haviam decretado racionamento neste ano. Nesses locais, o fornecimento fica a cargo de prefeituras ou de empresas contratadas pela administração municipal. Nas cidades com racionamento adotado, o período sem água pode variar entre quatro horas diárias ou um dia.

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A cidade de Guarulhos, segunda maior do Estado, com 1,3 milhão de habitantes, adotou formalmente o rodízio – são dois dias com água para um sem. Em março, a Sabesp cortou em 15,5% o volume de água do Sistema Cantareira vendido para a cidade, abastecida pelo serviço municipal, o SAAE.

Descartado – O rodízio na região da Grande São Paulo abastecida pelo Sistema Cantareira foi descartado pelo governo do Estado. Segundo o governador Geraldo Alckmin, foi uma decisão técnica. Em fevereiro, a Sabesp lançou o programa de bônus para estimular a população a economizar, remanejou água de outros sistemas, incluindo Alto Tietê e Guarapiranga, e reduziu a pressão da água na rede à noite.

Segundo o governo, essas medidas fazem parte do Plano de Contingência 2 e resultaram em economia de 8.400 litros por segundo em junho, o correspondente a um rodízio de 72 horas sem e 36 horas com água. Embora não tenha evitado a queda do nível do Cantareira, a Sabesp afirma que o rodízio agora é “desaconselhável” e pretende usar até 300 bilhões de litros do volume morto.

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