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Eduardo Campos assume negociações por palanques

Governador de PE e potencial candidato à Presidência tem recebido políticos para falar sobre pleito de 2014; ele já esteve com Gilberto Kassab (PSD) e com o governador de GO, Marconi Perillo (PSDB)

Por Da Redação 22 jul 2013, 11h50

A dois meses do prazo final para filiações partidárias, o PSB intensifica negociações e contatos na busca de alcançar sua meta em 2014: lançar candidatura própria ao governo de doze estados e viabilizar alianças para uma eventual candidatura do governador de Pernambuco e presidente nacional do partido, Eduardo Campos, à Presidência da República.

Sem alarde, Campos recebe políticos e empresários, para o almoço ou jantar. O governador já recebeu, por exemplo, o ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab por duas vezes e, recentemente, conversou com o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB).

Além de criar as condições para um voo solo de Campos, o PSB faz acordos para eleger maior número de governadores e aumentar a bancada de parlamentares.

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“No momento, estamos trabalhando com menos holofotes, nos bastidores, e aprendendo com as ruas, dialogando com várias áreas: universidade, agricultura, indústria, movimentos sociais”, afirmou o líder do PSB na Câmara, Beto Albuquerque (RS), para quem, depois das manifestações das ruas e da queda na popularidade da presidente Dilma Rousseff, “o jogo está zerado”. Ele avalia que “muita gente que estava agarrada na taça do �já ganhou� (reeleição da presidente) está repensando”.

“Deu uma desarrumada geral no Planalto. Há um novo cenário e um quadro novo a ser prospectado”, destacou o Albuquerque. Campos mantém uma rotina de conversas com membros da executiva nacional do partido, que articulam a formação de palanques, pelo menos uma vez por semana. “Onde o Eduardo não pode ir, alguém de nós vai”, disse o líder do partido.

(Com Estadão Conteúdo)

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